segunda-feira, 20 de abril de 2015

Um Lugar


Está sempre lá, sabe? 

Sempre pronto para um abraço na minha chegada. 
Sempre sorrindo. Um lugar onde a segurança habita. 
É em mim que ele habita. Me reside para que eu resista. 
Me acolhe para que eu não fuja. 
Alguns o notam no meu sorriso, no meu olhar. 
Alguns só o sentem em meus ensaios. 
Mas ele está aqui. Para mim. Por mim. Me esperando.
E me abraça amorosamente para que eu entenda.
Me preenche para que eu não me esvazie por aí.
Meu universo interior. Cheios de cores e flores.
Minha vida borboleta. Minha lua de poesia.
Onde posso ser mais eu.
Onde minha loucura não incomoda.
Onde posso ser a criança e me esquecer da mulher.
Meu mundo particular onde sou Dorothy, Alice, Sophia, Beatriz.
Meu lugar do Oeste, Eastwick, Blair.
Está sempre lá, sabe?
Sempre pronto para minha chegada.
Sempre feliz por me ver. Segurança que me habita.
Lugar onde sou feliz!
(Waleska Zibetti, in "Um Lugar")

domingo, 19 de abril de 2015

Esquizofrenia: PERCEPÇÃO E REALIDADE.


por Gabriella Gilmore


Em uma de minhas pesquisas, descobri este médico e autor no qual me apaixonei. Gostaria de dividir este achado com vocês.



Hoje nosso post é uma sugestão de pesquisa sobre esquizofrenia e psiquiatria, tendo como mentor o Dr. Ronald Laing.



O psiquiatra escocês Ronald David Laing (1927 – 1989) foi um dos pensadores mais influentes e controversos da década de 1960.
Ele questionava a ortodoxia, defendendo que as percepções das pessoas consideradas mentalmente doentes são tão válidas em suas próprias condições quanto aquelas nos indivíduos “normais”. Laing ressaltava que quase qualquer comportamento poderia ser interpretado como um sintoma de esquizofrenia, possibilitando aos psiquiatras classificar clinicamente aqueles que simplesmente se recusavam a se adequar às expectativas da família e da sociedade. Na opinião de Laing, a esquizofrenia era uma forma de vivenciar o mundo, não uma doença; a “enfermidade” mental na verdade poderia ser uma jornada existencial – uma cura para a angústia originada na infância e na família.

Nascido em Glasgow em 1927, o próprio Laing teve uma criação familiar turbulenta. Após completar sua residência médica em 1958, trabalhou em uma unidade psiquiátrica do exército britânico. Seu livro, SANIDADE, LOUCURA E A FAMÍLIA (1964), em que defendia que a esquizofrenia poderia ser causada por um colapso na comunicação familiar, consolidou sua reputação internacional. Laing continuou seu notável trabalho clínico durante a década de 70. Posteriormente, seu prestigio intelectual ficou comprometido devido ao seu fascínio pelo misticismo, o que fez com que acabasse perdendo sua licença para exercer a medicina na Grã-Bretanha.

sábado, 18 de abril de 2015

O Sorriso de Monalisa

"Minha professora, Katherine Watson, vivia segundo suas convicções e não as comprometeria nem pela Wellesley. Dedico este meu último editorial a uma mulher extraordinária que nos serviu de exemplo e nos incentivou a ver o mundo com novos olhos. Quando lerem este, ela estará a caminho da Europa onde sei que derrubará novas barreiras e semeará novas ideias. Ela foi taxada de fracassada por partir transviada sem rumo, mas nem todas que se desviam carecem de rumo, especialmente quem procura a verdade além da tradição, além da definição, além da imagem. Eu nunca a esquecerei." (Betty Warren)
 
 
Katharine Watson (Julia Roberts) é uma recém graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de História da Arte, o ano era 1953. 
Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.
Essa mesma professora que no começo do filme tinha uma aula completamente preparada, viu-se obrigada a mudar seu método, pois ela havia sido desafiada pelas alunas.
Então ela começa a utilizar a abordagem de ensino socio cultural, onde ela queria criar sujeitos pensantes, críticos, criativos, e com isso ela mostrou outra realidade para as alunas, porque na verdade a escola mostrava que as alunas teriam que ser excelentes esposas (como a sociedade queria que elas fossem), e apenas isso, e para ser excelentes esposas elas não poderiam pensar; já a Katherine mostrou que elas poderiam ser excelentes esposas, mas que poderiam também ter uma carreira, viver em sociedade e lutar pelo que elas queriam.
Se nós analisarmos friamente e trazer este tema pra contemporaneidade, é uma "batalha" das mulheres do Século XX e primeiros 15 anos do século XXI.
 
As mulheres no decorrer dos anos vem conquistando seu espaço na sociedade.
Quebrando barreiras e preconceitos, atngindo seu alvo com êxito.
A liberdade de expressão.
Nas décadas de 50 e 60 elas tinham que ser submissas aos homens que representava a figura de chefe da casa, e detinha todo o controle financeiro, e nunca poderia ser desafiado ou desacatado.
Naquela época a mulher padrão, perfeita para a sociedade era a "rainha do lar
",prendada, boa esposa que cuidava dos filhos e da aparência, tudo em prol do casamento.
Discutimos esse papel em textos anteriores quando lemos A mulher de 30 anos do Balzac um dos precurssores do feminismo ao mostrar Julia, a infeliz heroína, às voltas com problemas fundamentais da vida amorosa e sentimental das mulheres e com o fracasso do casamento, ante a uma sociedade extremamente machista.
 
"Vim à Wellesley porque queria mudar o mundo, mas mudar pelos outros... é mentir para si." (Katherine Watson)
 
Aqui está o trailler:

O interessante é que o filme tenta passar que não basta apenas reproduzirmos o conhecimento, mas sim, tornemos produtores de nós mesmos e sejamos capazes de desenvolver o senso crítico em qualquer momento sem abdicar dos nossos sonhos.

Até o próximo texto
Au Revoir

sexta-feira, 17 de abril de 2015

As Vantagens de Ser Invisível - Stephen Chbosky




As Vantagens de Ser Invisível
(Stephen Chbosky)

“Eu me sinto infinito”
(Stephen Chbosky, in “As Vantagens de Ser Invisível”)

Comecei a leitura desse livro porque havia me encantado com o filme. E sem a menor preocupação me deixei levar com Charlie vivenciando com carinho cada ponto de contato de nossas adolescências. E essa frase chamou minha atenção de modo especial.

Algumas vezes também me sinto assim: infinita. E tudo que se refere ao tempo perde o sentido porque sinto que estou além dele. É o que chamo de felicidade: pequenos pedaços de vida onde o tempo não importa, pois ele se eterniza em algum som, cor, cheiro, lugar ou alguém. E sempre que volto lá, sou infinita.

Como Charlie, tudo que quero é alguém que me olhe como gente. O que tiver de vir depois deverá ficar no depois. Mas hoje as pessoas não estão dispostas a esses olhares. Tudo pára no superficial. E de superficial estou cheia. Então, entendi os choros e confusões de ideia de Charlie como se fossem meus.

Meu conceito de viver bem está no simples. Quero pouco para dizer que estou feliz. Mas ainda assim acho que sentirei que terá alguma coisa faltando. Logo eu nunca serei cem por cento feliz ou triste. No máximo noventa e oito disso ou daquilo. O que não é ruim. A ausência de algo gera busca e a busca me motiva. Acho que é disso que adolescente que me habita se alimenta. E eu preciso muito dessa adolescente para suportar a mulher.

Embarcar no universo de Charlie me fez revirar antigos momentos e por várias vezes fechei o livro e os olhos para sonhar e revisitar velhos rostos ao som de algum rock dos anos oitenta – som de minha adolescência. E acho que nesse sentido o livro cumpriu seu papel.

Fui uma adolescente invisível e sou uma adulta invisível. Ao ver o que eu estava lendo meu analista me disse “Combina com você e sua voz afinada. É o que REALMENTE quer ser?”. Eu queria uma resposta impactante, mas só baixei a cabeça e fiquei em silêncio. E ele continuou: “Não é bom ser invisível. Não há vantagens nisso. O mundo espera por você. O mundo merece você como parte dele”. Eu queria dizer a ele que não sei ser parte do mundo. Que gosto do conforto que a marginalidade me traz. Estou numa zona segura onde só entra quem eu permito. Mas o jeito como ele colocou-me fez pensar se é mesmo uma zona de segurança, se estou mesmo confortável a margem dos outros, se não sofro mais assim. E Bill, professor de Charlie, diz que temos que deveríamos tomar parte. Eu deveria tomar parte... Talvez eu não tenha mais tempo para encontrar uma Sam ou um Patrick. E nunca me senti tão invisível como agora.

Mas a adolescente também tem canções. E eu as escuto centenas de vezes. E não fico tão sozinha. E tenho livros com quem converso. E tenho você que está lendo. Sou invisível, mas existo. E estou num túnel de braços abertos ouvindo Pink Floyd e me sentindo infinita dentro de meus pensamentos cuidadosamente selecionados para esse momento que só existe em meu pensamento.


O fato é que o livro é melhor que o filme. E a trilha proposta é incrível. E que a minha adolescente chorou e riu, apaixonou-se e enfureceu-se com Charlie e seus amigos. Experimente ser invisível também. Há vantagens, eu concluo, então. Vantagens que meu analista não entenderia, mas que eu entendo. E a adolescente sorri e segue a rua com seu jeans largo e ideias malucas, enquanto a mulher suspira parada de braços cruzados olhando o tempo, esperando a hora ou algo além. 
(Waleska Zibetti)

quinta-feira, 16 de abril de 2015

AO MEU PAI NO MEU ANIVERSÁRIO

por Gabriella Gilmore

Escrevi essa carta no meu aniversário em 2009.
Até hoje a sua mensagem me arranca lágrimas. Talvez seja porque a situação continua a mesma, ou até pior.
Hoje gosto bem menos desta data do que ano passado, ano retrasado...





Agora são exatamente 8:54 am.
Acho que foi numa manhã do dia 16 de abril que nasci. Portanto, hoje seria meu aniversário.
Eu deitei ontem oca, sem sentir muita coisa, para não dizer NADA. 
Despedi-me de meu Coração, pedindo para que ele fosse o primeiro a me desejar Feliz Aniversário e ele me despertou a meia noite.
Fiquei contente e depois, outros queridos foram se lembrando de mim.
Recebi uma ligação de longa distancia e pedi a esta pessoa que comemorasse por mim e acredito que ela tenha o feito, afinal, ela estava no barzinho tomando cachacinha com carne. Delicia!
Adormeci.
As sete, meu Coração me desperta. 
Eu sorri.
Arrumei-me e fui trabalhar.
Toda hora havia gente me perguntando:
_ Vai ter alguma comemoração?
Eu depressiva, respondia: Não!
Na verdade nunca liguei para essas coisas.
Como pode ver Pai, sou um brinquedo baratíssimo. Acho que nunca te pedi muito, nunca te fiz passar vergonha e tento fazer o que posso para que o Senhor tenha orgulho de mim, mas nem isso você parece se importar.
Estou chorando agora sabia? De novo, para dizer a verdade.
Não é sensacionalismo ou dramaticidade não. Infelizmente sou artista e nós somos muito emotivos, com uma sensibilidade mais aguçada do que uma pessoa comum.
Quando avistei o Senhor lá na esquina, não pensei em nada, a não ser te pedir calada, um abraço, mesmo sabendo que você não se lembraria dessa data, mas isso não me deixou triste em vê-lo.
Convidei-te para sentar, te ofereci um café na qual você recusou e fomos conversar. Mesmo tendo pouco assunto para falar, porque você sempre na defensiva, acha que eu iria pedir-te dinheiro. Maldito dinheiro esse que me faz chorar.
Perguntei-te se tinha lido meu e-mail falando da universidade e você disse que não. Mesmo eu não acreditando, resolvi falar pessoalmente, te pedindo ajuda para eu ser alguém.
Você com suas infinitas questões capitalistas e um tanto cético, conseguiu arrancar-me lágrimas de soluçar.
Pai, o Senhor conseguiu estragar meu dia. Desculpe-me a sinceridade.
Sabe, engraçado como eu tenho acreditado em mim, por ver em meus amigos e até desconhecidos, o valor que eles dão para as coisas que faço e que falo. Se você pelo ao menos não tivesse esse poder de nos fazer quebrantar, você poderia ver a pessoa incrível que sou. Sim, eu sou legal!
Hoje estou fazendo 24 anos e nada tenho, nada sou, talvez continue sendo NADA o resto da vida, mas desculpe-me, não darei este gostinho para o Senhor.
Uma vez falei para um primo que tenho apoio de amigos e simpatizantes, mas como santo de casa não faz milagres, não tenho muito apoio familiar. Quase ninguém acredita em mim ou me dá créditos, e talvez seja isso que me faz levantar todo dia, ao final de uma depressão, porque eu acredito em mim e isso me tem bastado.
Te falei que cada centavos que gastastes comigo foi saudavelmente usufruído e valorizado. Como o Senhor mesmo disse, eu levei a serio as aulas de inglês (muito obrigada por ter pago os 5 anos de curso), as aulas de violão, que hoje já até toco outros instrumentos, obrigada pelo teto em que vivo e pela feira do dia-a-dia.
Eu só queria uma ajudinha para entrar na faculdade e me manter lá, porque realmente não consigo ainda arcar com todas as despesas, mas não; o Senhor tinha que jogar na minha cara que as coisas são difíceis mesmo, que gastar três anos de dinheiro para depois ganhar só 800 reais dando aulas não valeria a pena. 
De novo a questão do dinheiro. Mas acontece PAI (as lagrimas estão secando agora e já sinto raiva) que nós com diploma de faculdade já fica complicado, quem dirá sem?!
Teria sido muito mais simples se o Senhor tivesse falado que não tinha condições para me ajudar, que amigavelmente eu entenderia. Sou compreensiva por demais Pai, acredite. Mas NÃO! Você só me passou a impressão de que não mereço ajuda tua, porque tudo que faço não iria te trazer dinheiro de volta, e talvez não vá. Mas tudo que eu queria mesmo, era apenas que o Senhor sentisse orgulho de mim...

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Dias melhores pra sempre!


Ainda bem que a gente não perde essa mania de acreditar que o amanhã será melhor que o hoje. Que os amores chegarão como borboletas no estômago e virão pra ficar. 
Que as aflições, medos e angústias irão passar. 
Que os impecílios e as convenções sociais não podem nos impedir de sonhar. 
Que o nosso coração que pensa diferente da nossa cabeça seja afagado pelas mãos certas e que o estremeça. 
No fundo sempre acreditamos, por nós mesmos. 
É o que costumamos chamar de fé. Essa certeza de que o pior ficou pra trás; essa confiança que existe alguém a nos observar a lutar e nos prepara um belo prêmio. 
Essa é a crença de que a vida vai dar certo. E se pensarmos, vai mesmo! Porque nossos sentimentos junto com a nossa mente atrai o clamor das almas que pensam e sentem como nós. 
Porque quando a gente acredita e imagina, mesmo que a gente pense em algum momento desistir, de verdade, as coisas acontecem. 
Nosso coração é como a fênix, não se cansa de renascer. E o amor não é uma invenção humana... O bem sempre prevalece nas almas dos guerreiros de alma pura! A escuridão, os raios, trovões que ecoam a madrugada assustam a natureza, mas, amanhã... 
Ah o amanhã!
O sol estará mais uma vez no céu a brilhar. 
É a vida lhe dizendo na forma de luzes, cores do arco-íris ou num simples olá que nos tira do ar que uma chance foi dada e a sorte lhe sorriu! Enxugue o rosto, vista seu melhor sorriso, coloque seu melhor objetivo e confie em mim quando digo que o melhor sempre estar por vir! E digo mais: não é uma vida ruim! 
Tem sido dias difíceis, mas, vai passar!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

SONO E SAÚDE - CLV DICAS

Informativo do #CLV



O post de hoje é voltado para o leitor que tem problemas para dormir.
Se nenhuma das dicas abaixo amenizar a insônia, não adie mais uma visita ao clínico.
Em geral, nós não damos valor ao sono, a não ser quando ele começa a ficar difícil. Durante o sono, o cérebro e a mente penetram em um estado bastante diferente da vigília - não é apenas uma questão de “desligar”. E quando o sono é limitado, o impacto sobre a saúde pode ser significativo.
Vou dividir com vocês uma experiência própria.
Há alguns anos, antes de eu ser diagnosticada com Síndrome do Pânico, minhas noites de insônia não faziam muito sentido. Não entendia porque sentia essa vontade acelerada de ficar acordar 24hrs. Teve uma semana, a anterior de eu procurar o médico, que fiquei uma semana apenas no cochilo. Quando pegava no sono, eu acordava e não conseguia dormir. Com essa privação de descanso cerebral, me acarretou dores de cabeças insanas.
Adiantando um pouco a história, quando comecei a fazer o tratamento do transtorno, eu precisei reaprender a dormir.
Hoje eu sou muito disciplinada quanto a isso porque sei o quanto foi difícil aprender a controlar meu sono.
Eu descobri que realmente necessito de no mínimo 7hrs de descanso direto para acordar bem.
Outra observação que tive, foi quando trabalhei alguns anos em recepção de hotel. Eu tinha turnos de zero hora que eu simplesmente odiava. Eu basicamente perdia 2 dias de sono.
Primeiro, porque se eu fosse ficar na madrugada de sábado para domingo, eu precisava dormir à tarde de sábado toda para conseguir trabalhar sem cochilar na madrugada. E quando eu chegava em casa no domingo de manhã, eu dormia quase o dia todo, basicamente levantando para comer, beber água e deitar novamente. Eu me sentia um moribundo.
Isso foi se tornando uma rotina, e eu passei a reparar como minha imunidade estava ficando baixa e a gastrite que eu já tinha piorou. Teve uma vez que sai de manhã do trabalho direto para o postinho de saúde de tanto refluxo gástrico que saia do estômago. Reparava também que por volta das 2 horas da manhã, o sono chegava pesado. Mas eu me mantinha firme. Depois dessa hora de fadiga, o sono sumia, e perto das 5 da manhã eu me sentia com a mente estranha, eufórica e desordenada.
Isso deve variar de pessoa para pessoa, mas sabemos que uma noite perdida nunca mais será recuperada.
A rotina tanto faz parte de nossas vidas como é necessária por diversas razões. Fique atento aos sinais e não deixe de procurar por ajuda. Um bom descanso faz toda a diferença na nossa vida.
Segue abaixo algumas dicas para te ajudar a relaxar antes de dormir.

·         Assegure o conforto do quarto – nem muito quente, nem muito frio, e o mais escuro possível.
·         Os exercícios físicos ajudam-nos a desacelerar, mas não devem ser a última coisa a ser feita à noite. Os exercícios aceleram o metabolismo e dificultam o relaxamento.
·         Assim como com relação ao exercício físico, é importante não trabalhar imediatamente antes de ir para a cama nem se envolver em atividade mental estimulante.
·         Tente escolher um programa de televisão ou um assunto de leitura que não exija muito raciocínio.
·         Experimente ingerir uma bebida láctea ou um chá de ervas calmante. Uma tigela de cereais também pode ajudar, porque os carboidratos induzem o sono.
·         A crença popular de que queijo provoca pesadelos é incorreta – é bem mais provável que provoque uma crise de indigestão.
·         Se você tem problemas reais, o melhor caminho para regular os seus ciclos de sono-vigília consiste em acordar na mesma hora todos os dias, inclusive nos fins de semana.



Créditos: Reader’s digest (Maximize o potencial do seu cérebro)