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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Dias melhores pra sempre!


Ainda bem que a gente não perde essa mania de acreditar que o amanhã será melhor que o hoje. Que os amores chegarão como borboletas no estômago e virão pra ficar. 
Que as aflições, medos e angústias irão passar. 
Que os impecílios e as convenções sociais não podem nos impedir de sonhar. 
Que o nosso coração que pensa diferente da nossa cabeça seja afagado pelas mãos certas e que o estremeça. 
No fundo sempre acreditamos, por nós mesmos. 
É o que costumamos chamar de fé. Essa certeza de que o pior ficou pra trás; essa confiança que existe alguém a nos observar a lutar e nos prepara um belo prêmio. 
Essa é a crença de que a vida vai dar certo. E se pensarmos, vai mesmo! Porque nossos sentimentos junto com a nossa mente atrai o clamor das almas que pensam e sentem como nós. 
Porque quando a gente acredita e imagina, mesmo que a gente pense em algum momento desistir, de verdade, as coisas acontecem. 
Nosso coração é como a fênix, não se cansa de renascer. E o amor não é uma invenção humana... O bem sempre prevalece nas almas dos guerreiros de alma pura! A escuridão, os raios, trovões que ecoam a madrugada assustam a natureza, mas, amanhã... 
Ah o amanhã!
O sol estará mais uma vez no céu a brilhar. 
É a vida lhe dizendo na forma de luzes, cores do arco-íris ou num simples olá que nos tira do ar que uma chance foi dada e a sorte lhe sorriu! Enxugue o rosto, vista seu melhor sorriso, coloque seu melhor objetivo e confie em mim quando digo que o melhor sempre estar por vir! E digo mais: não é uma vida ruim! 
Tem sido dias difíceis, mas, vai passar!

segunda-feira, 30 de março de 2015

Então Crescemos e o Guarda Roupa existe, Nárnia - Parte II

"Acho que, se a gente pudesse correr sem nunca se cansar, nunca mais iria querer parar. Mas às vezes existem razões muito especiais para se parar." 
[...]
“A voz, profunda e generosa, teve o efeito de um calmante. Ficaram alegres e animados, não mais perturbados por estarem ali sem dizer uma palavra.”(pg. 159)
(C.S. Lewis, As Crônicas de Nárnia, Livro II - O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa)

Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia são quatro crianças que foram morar na casa de um velho professor porque estava acontecendo uma guerra em Londres. A casa desse professor é muito antiga e cheia de quartos vazios ou quartos que ainda não foram “descobertos” e durante uma expedição nesses quartos, as quatro crianças entram um cômodo onde existe apenas uma guarda roupa velho e apenas Lúcia se interessou por ele e foi verificar essa tal antiguidade.


Lúcia encontra um guarda-roupa que dá passagem a um outro mundo, chamado Nárnia.
Ela resolve entrar no guarda roupa e acaba descobrindo um mundo onde o inverno é para sempre e nunca chega o natal, com faunos, anões, animais falantes, guerreiros, um leão Rei e uma feiticeira. Quando Lúcia volta ela percebe que o tanto de tempo que ela passou nesse novo mundo não durou nem um segundo no mundo dela, seus irmãos acabam não acreditando nela, mas depois durante uma fuga os quatro acabam entrando no guarda roupa e é aí que a história realmente começa.
A princípio os irmãos da menina não acreditam nela e com a ajuda de Edmundo - o irmão mais encrenqueiro e ganancioso de todos -, a descrença fica ainda maior. Somado isso, temos o fato de que o tempo em Nárnia e no nosso mundo são totalmente diferentes. Você pode passar anos ou dias nessa Terra, sendo que aqui tenha-se passado minutos ou mesmo segundos. Como explicar o pequeno lapso de tempo que você ficou fora trazendo tantas aventuras?
Quando todos foram para Nárnia, Lúcia, Susana e Pedro fizeram muitos amigos, já Edmundo não pois, quando chegou a Nárnia foi aprisionado pela feiticeira. Todos os amigos que as duas meninas e o menino fizeram os ajudaram a salvar Edmundo. Agora, os quatro irmãos foram ao encontro de Aslan porque, para salvar Nárnia da ira da feiticeira teriam que matá-la, e Aslan os esperava com um exército.
Com muitas dificuldades e com muita ajuda também conseguiram derrotar a feiticeira! Assim, Lúcia, Edmundo, Susana e Pedro se tornaram reis e rainhas de Nárnia.
Publicado em 1950, mas escrito em meados de 1940, é o primeiro e mais conhecido livro da série. Apesar de ser o primeiro livro a ser publicado, é na verdade o segundo na ordem cronológica dos acontecimentos.

Bem vindos a mais uma aventura!!!
 
Até o próximo texto
Au Revoir
 

sábado, 14 de março de 2015

Nunca desista dos seus Sonhos


A capacidade de sonhar sempre foi o grande segredo daqueles que mudaram o mundo. Os sonhos alimentam a alma e dão asas a inteligência. É no solo fértil da memória onde semeamos os sonhos que farão grande diferença em nossa existência. Os sonhadores mudaram a história da humanidade. Eles fizeram da derrota, o pódio para a vitória; das críticas, o palco, de onde receberam os aplausos. O Mestre dos mestres foi o mais ousado dos sonhadores. Ele fez de homens simples e iletrados, arquitetos da vida. A estes, vendeu o sonho de um reino justo, em um mundo de injustiça, de liberdade em uma terra de escravidão, de vida eterna em um território onde imperava a morte, de felicidade em um país onde reinava o ódio. Jesus Cristo tirou aqueles homens da platéia e os introduzir no palco da vida. Fez deles autores de sua própria história. Ao encantá-los com suas palavras e surpreendê-los com suas atitudes, ele tocou o inconsciente dos seus discípulos, reeditou novas janelas em sua memória e abalou os fundamentos da psicologia.
Abraham Lincoln superou os seus fracassos porque exerceu o direito de sonhar. Enquanto falia nos negócios, e consecutivamente era derrotado na política, soube mais do que ninguém exercer a liderança do eu?
Estava convicto de que contra traumas e frustrações que a vida nos impõe, o melhor remédio, é uma alma controlada por um grande sonho. Embora o décimo sexto presidente dos EUA tenha tido mais derrotas do que vitórias em sua vida pública, do ponto de vista da psicologia foi o grande vencedor em todas as disputas. Ele venceu o preconceito com criatividade, as suas inseguranças com motivação, os seus medos com ousadia. Mas acima de tudo, foi sempre consciente que o destino é uma questão de escolha, não uma fatalidade, por isso, optou por continuar sonhando. A discriminação, o preconceito, o racismo e a indiferença, foram porções que coube a outro sonhador: Martin Luther King. No entanto ele teve a capacidade de criticar a violência exercida contra os negros do seu país. E assim, reeditou sobre os traumas arquivados em sua memória, os sonhos que mudaria as gerações subsequentes. O autor da teoria da Inteligência Multifocal foi sem dúvida um sonhador. E como todos os outros, encontrou muitos desafios pelo caminho. Depois de 19 anos escrevendo sobre o processo como os pensamentos são construídos viu sua tese ser rejeitada por muitos e incompreendidas até mesmo por especialistas ligados às ciências humanas. Não obstante a isto, Augusto Cury não se deixou vencer. Resolveu provar suas teses a luz de um personagem histórico. Escreveu uma coleção onde analisa a inteligência de Cristo. Foi incrível, com este ato ele democratizou a ciência, popularizou suas teses e surpreendeu o mundo ao entrar em uma área, até então, completamente dominada pela teologia. Se pensar é o destino do ser humano, continuar sonhando é o seu grande desafio. E isto, é lógico, implica em trajetórias com riscos, em vitórias, com muitas lutas, e não poucos obstáculos pelo caminho. Apesar de tudo, seja ousado. Liberte sua criatividade. E NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS, pois eles transformarão sua vida em uma grande aventura.

Cury, Augusto. Nunca Desista dos Seus Sonhos. Prefácio. Editora Sextante, São Paulo. 

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Eu, eu mesma e todos os meus medos...

"- Augustus, talvez você queira falar de seus medos para o grupo.
- Meus medos?
- É
- Eu tenho medo de ser esquecido - disse de bate pronto. - Tenho medo disso como um cego tem medo de escuro."
(A culpa é das estrelas - John Green)


Não tenho medo de altura, não tenho medo de voar, não tenho medo de barata, não tenho medo de cara feia, não tenho medo de partir. 

Mas se hoje você me perguntar:
- Você tem medo de quê?
Eu te respondo na lata:
- Tenho medo da completa solidão e de ser pisada pelas pessoas que mais tenho sentimento, e, tenho pesadelos horríveis com isso!

"Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeira companhia."
(Friedrich Nietzsche YALOM, I. When Nietzsche Wept: A Novel of Obsession. New York: Basic Books, 1992.)

Talvez eu me jogue de cabeça e tente ser o máximo de mim mesma em qualquer seguimento da minha vida. Mas, tenho dúvidas se sou o suficiente pra tudo ou pra todos, se realmente inundo suas vidas com alguma forma de poesia. E nesse tempo criamos aquele medo de tudo dar errado e por consequência o medo de perder é o que torna os dias uma incógnita.
A primeira frase desse texto "Eu tenho medo de ser esquecido" talvez reflita as sucessões de fracassos que muitos 
(inclusive e principalmente os meus) tem durante essa maluca existência.
Mas de onde vem o medo? E porque é que ele grita nas nossas cabeças e contamina nossos corações como um vírus?

"Quando você chorou, eu enxuguei todas as suas lágrimas
Quando você gritou, eu lutei contra todos os seus medos
E eu segurei sua mão por todos estes anos
Mas você ainda tem tudo de mim"
(Amy Lee / Ben Moody / David Hodges; My Immortal, Álbum Fallen (2003))

Medos que derivam do ritmo nervoso, devorador, que imprimimos à nossa rotina. Quais são eles? Tantos! 
Se eu fosse enumerá-los talvez você tivesse duas reações: A do riso por achar que são meras bobagens ou das lágrimas compartilhadas por identificar ao menos um medo meu que fosse igual ao seu.

Tenho medo de deixar que a vida me faça esquecer quem eu realmente sou, de que minha verdade existencial assim assuste. Tenho medo de ter tanto medo e sentir tanta culpa por coisas que às vezes nem eram pra ser. Ou que deram errado por conta de outras coisas.

"Joguei sobre você tantos medos, tanta coisa travada, tanto medo de rejeição, tanta dor. Difícil explicar. Muitas coisas duras por dentro."
(Caio Fernando Abreu, Morangos Mofados, 1985) 

Não, eu não quero mais ser tomada e dominada pelos meus medos, pelos meus receios, não! 
Não quero ser apenas uma observadora da vida. Quero ser a protagonista dela, com todos os por menores e detalhes.
Descobri que a gente tem que vivê-la como se fosse um filme ou como os sonhos que sempre temos com as gotas de felicidade diária. Tudo pode dar errado sim, e no máximo, vira um texto cheio de catarse ou um poema repleto de ferocidade!

"Que o medo da solidão se afaste
E o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita meu rosto num doce sorriso
Que me lembro ter dado na infância
Pois metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade não sei

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o seu silêncio me fale cada vez mais
Pois metade de mim é abrigo
A outra metade é cansaço"

Nós temos que experimentar, tocar, sentir, cheirar, amar e conhecer o mundo, não ter medo dele. Todos nós temos tanto o que aprender sobre os nossos medos e não nos deixar dominar por eles, e ao mesmo tempo, tanta coisa que podemos compartilhar sobre nós mesmos com as pessoas que nos são caras. 
Acredite: é muito melhor arriscar tudo, do que viver para sempre se arrependendo de não ter ao menos tentado.
Mas aí a vida vem, e ensina que tudo isso faz parte e você começa tudo outra vez. 
Carpe Diem!

Au Revoir
Até o próximo texto

domingo, 28 de setembro de 2014

Quando a vida deixa de ser um mero clichê

 "My pride, my ego, my needs and my selfish ways
Caused a good strong woman like you to walk out my life
Now I never, never get to clean up the mess I made, oh
And it haunts me every time I close my eyes
It all just sounds like…”


Trad.: "Meu orgulho, meu ego, minhas necessidades e meu jeito egoísta
Fizeram uma mulher boa e forte como você sair da minha vida
Agora nunca, nunca conseguirei limpar a bagunça em que eu fiz
E me assombra sempre que fecho meus olhos
Tudo isso soa como..."

(Bruno Mars –When I Was your men) 



Muito me impressiona ver algumas pessoas gastarem suas vidas com conflitos fúteis e inúteis, tendo a oportunidade de poder fazer algo grandioso por elas mesmas. Quando digo oportunidade, não cito que elas tenham tudo pronto para imediato, mas condições muito favoráveis para batalhar e fazer de suas vidas algo muito especial. Clichês do tipo: “isso passa”, “uma hora se ajeita”, “o tempo é o maior aliado”, não são as melhores formas de se auto ajudar a sair da inércia.
Ações, decisões pensadas, são elas que nos dão o empuxo necessário para seguir em frente e talvez sejam elas a mola propulsora necessária para que a vida não passe a ser um verdadeiro marasmo. Nem tudo são flores, nem todos os dias são ensolarados, mas, não há tristeza que dure para sempre! Só penso que os dias nublados irão vir e que as flores irão murchar.

Crer nas possibilidades é muito clichê, a dúvida é excitante.

Na ânsia de sermos diferentes, acabamos por repetir a mesmice, os velhos e óbvios clichês, tão gastos e desbotados, que fogem a nossa percepção. Seja louco (a) diga o que pensa, seja direto, se desprenda sobre o que não vai acontecer ou o que podem pensar, mande flores e diga o quanto foi bom estar naquela companhia, cintile! Seja diferente! Seja você!
Mas às vezes deixamos passar essas oportunidades, por medo, por orgulho, por ser clichê, por vergonha do ridículo, pois quando amamos, ficamos bobos! Sim, BOBOS alegres!
Mas eu admito que por muitas vezes devo ser o clichê implantado, meus olhares são poetas, meu silêncio é cantor e minha ausência dançarina, eu faço festa mesmo sem estar, causo dores sem querer e desperto amores inconscientemente. Se sofro? É claro, neste mundo não há quem não sofra mais eu entendo muito bem o sofrimento e lido com ele de forma pacífica, por vezes de forma dramática.

Nenhuma barreira é intransponível se você estiver disposto a lutar contra ela.
 
Vai lá pessoa, fecha os olhos. Mergulha no que te dá vontade. Que a vida não espera por você. Abraça forte e com vontade o que te faz sorrir. Sonha que é de graça. Não espere. Promessas vão e vem. Planos, se desfazem. Regras, você as dita. Palavras, o vento leva. Distância, só existe pra quem quer... E já dizia o Einstein “Evitar a felicidade com medo de que ela acabe, é o melhor meio de se tornar infeliz.” Então você está esperando o que pra ser e fazer alguém feliz?

Meu conselho: Não deixe escapar oportunidades na sua vida! Viva a vida intensamente, aproveitando somente o melhor dela! Por que o tempo passa, e o que passou pela sua vida no passado no futuro pode se tornar uma doce recordação ou um amargo arrependimento.

Ei se você achou que o texto teria algo óbvio, quem disse a você que a vida é óbvia?

Aproveite-a, toque-a e dance-a!!!

 
Au Revoir e Até o próximo Post!