Mostrando postagens com marcador consciencia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador consciencia. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de agosto de 2015

Sobre o Último Discurso de O Grande Ditador de Chaplin

Estava a pensar sobre essas palavras de Chaplin no filme "O Grande Ditador" que é de 1940 e, em minha opinião, é o maior de todos discursos humanistas que já tomei conhecimento. E Chaplin, como todos sabem, era ateu. Nunca acreditou no Cristo e na bíblia. Mas nem por isso deixou de ser humano e uma imagem do Cristo na terra. Foi mais que muitos ao falar do amor ao outro. Ele usava a própria arte para fazer isso. Esse filme foi indicado a cinco Oscar e não ganhou nenhum porque quando foi lançado os Estados Unidos ainda estava em guerra. Não podiam silenciar o autor, o ator, o diretor, mas podiam puni-lo não dando a ele uma premiação. Enfim, o que é uma premiação diante do que ele Chaplin implantara nos pensamentos?

Quisera todos ouvissem e refletissem sobre o que é dito nesse discurso, dito em uma obra de ficção, mas com desejo de conscientização. Vejo um mundo à minha frente tão intolerante com tudo e todos que me preocupo muito com o que será desse mundo no futuro.
Estamos sempre batendo no peito e dizendo que o mundo é injusto conosco, mas o que fazemos para ser justo com o mundo? É preciso fazer algo para que o mundo comece a mudar. E ele deve começar a mudar a partir de nós. É preciso que perguntemos o que somos para o mundo e o que fazemos para que ele seja o que eu quero.

Nenhuma bíblia poderá lhe proteger se VOCÊ não mudar o seu interior. Você julga, maldiz, ultraja, rouba, maltrata, abandona... E depois lança a mão de um versículo qualquer para justificar o seu mau comportamento. Deus nunca julgou ninguém. Ele perdoou e perdoa a todos, porque Ele e só Ele sabe os caminhos e as razões de cada um. Tudo no mundo está corrompido, mas não se corrompeu sozinho. Todos nós temos uma parcela de culpa nessas mazelas mundiais.

Então, deixo o vídeo do último discurso do filme de Chaplin para que seja um ponto donde você pode partir para uma auto-avaliação de seus atos diante do mundo. Se você quer novos tempos, mude os velhos hábitos.


Beijos a todos que, como eu, estão sempre em busca de uma evolução interior porque querem viver em tempos melhores.
(Waleska Zibetti)

segunda-feira, 16 de março de 2015

DÉJÀ VU



Do francês, Déjà vu, (Já vi no português) é um dos truques mais peculiares que a memória pode aplicar, o déjà vu é uma sensação curiosa marcada por uma impressão súbita e intensa de familiaridade – um sentimento de “ter estado aqui antes” ou de já ter vivido esse momento.

A TEORIA MAIS RECENTE
Pesquisas cerebrais sugerem que o déjà vu pode ser o resultado de um erro momentâneo no modo como o cérebro constrói uma imagem consciente. Tudo o que vivenciamos é processado ao longo de muitos caminhos paralelos no cérebro. Alguns deles percorrem áreas da camada externa do cérebro, ou córtex, e lidam com percepções sensoriais. Por exemplo, eles combinam informações visuais para formar imagens completas e conectam informações sensoriais com fatos relacionados a imagens, tais como o nome de objetos e o que eles são. Outros caminhos percorrem o sistema límbico, o centro emocional do cérebro, e é ai que a informação recebe significado emocional, incluindo, se apropriado, a sensação de familiaridade. Normalmente, a informação dos caminhos límbico e cortical é trazida à consciência ao mesmo tempo, criando uma imagem “completa”. Imagina-se que o déjà vu ocorra quando uma informação que esteja fluindo pelo sistema límbico seja rotulada como familiar por engano. Quando essa informação identificada incorretamente se incorpora à informação restante do cérebro, produz uma sensação de familiaridade que vai contra o conhecimento produzido pelo córtex. Isso leva à experiências intrigante do famoso déjà vu.

CURIOSIDADE: Jamais vu.
O jamais vu é o inverso do déjà vu: em vez de uma coisa nova parecer familiar, alguma coisa conhecida parece estranha. Você pode estar, por exemplo, na sua própria casa quando, de repente, os móveis e suas disposições não lhe parecem, por um momento, familiares. Ou você pode olhar para alguém que conheça bem e sentir que a pessoa é tão estranha para você como qualquer rosto na multidão. Mesmo que você saiba mentalmente que a sala e a pessoa são as mesmas de sempre.
Como o déjà vu, é provável que o jamais vu seja causado por uma falha momentânea do sistema límbico em reagir apropriadamente – no caso, o significado emocional da informação não está sendo reconhecido como deveria, ou o “rótulo” emocional não chega até a consciência.
Apesar de o fenômeno durar apenas poucos segundos, em casos raros uma lesão no sistema límbico pode produzir uma jamais vu permanente especialmente no que diz respeito às pessoas. Esses sentimentos podem se tornar tão intensos que a pessoa conclui que os amigos e os familiares foram “substituídos” por impostores ou alienígenas. Essa convicção, conhecida por síndrome de Capgras, pode ter consequências catastróficas. Pessoas acometidas por essa doença muitas vezes rejeitam a família e podem se tornar paranoicas e violentas.


Créditos: Reader’s digest (Maximize o potencial do seu cérebro)

domingo, 8 de março de 2015

O ponto de Deus e outras drogas.



O “PONTO DE DEUS” e outras drogas.

Um dos tipos mais impressionantes de estado alterado é o de sentir uma “presença” invisível – frequentemente interpretada como a consciência de Deus. Estudos cerebrais descobriram que essa sensação se deve à atividade em uma área do lobo temporal. Esse “ponto de Deus”, como é popularmente conhecido, costuma ser ativado em situações nas quais um período de estresse é repentinamente interrompido por uma experiência prazerosa. Ele também pode ser estimulado artificialmente, ou induzido por estimulações magnéticas transcraniana (que inibe a atividade em partes específicas do cérebro). Os lobos temporais são uma das áreas associadas ao nosso sentido de identidade. Uma teoria sobre a misteriosa presença sentida quando a área do “ponto de Deus” é inibida em um lado do cérebro é que a área equivalente do outro hemisfério inunda a consciência com uma sensação espiritual sentida como se viesse de fora.
MEDICAMENTOS E A MENTE
Muitos medicamentos usados no tratamento de doenças afetam o cérebro de tal maneira que a consciência é alterada. Algumas drogas são fabricadas com essa finalidade: tranquilizantes, antidepressivos e certos analgésicos agem diretamente no cérebro, alterando o fluxo de neurotransmissores no intuito de melhorar a disposição ou deter a dor. Entretanto, os efeitos desses medicamentos não podem ser previstos de maneira precisa. Às vezes, eles não apenas aliviam sintomas desagradáveis, como também desencadeiam experiências como a desrealização ou a euforia. Outras drogas também afetam o cérebro indiretamente: os anti-histamínicos, por exemplo, são capazes de provocar sonolência, e os esteroides, euforia.

FATO: Medicações da atividade elétrica em “acupontos” no corpo – os pontos usados na acupuntura chinesa – revelaram uma ligação entre relatos de experiências transcedentais e alterações no fluxo da corrente.



DROGAS E ALUCINAÇÕES
As alucinações podem ser provocadas por uma grande variedade de drogas. Algumas, incluindo o LSD, o peiote, a mescalina e a heroína, são usadas especificamente com esse propósito, ao passo que outras podem provocar alucinações como um efeito colateral. As últimas incluem medicamentos com receita controlada utilizados para tratar pressão arterial alta (clonidina), dores (pentazocina, fentanil) e a depressão (Prozac).
O tipo de alucinação depende de qual parte do cérebro é mais afetada pela droga. Aquelas que têm como alvo o córtex visual produzem cores e formas que giram e se movimentam rapidamente, provocando uma percepção alterada do tamanho e da forma dos objetos. Aquelas que afetam áreas mais “importantes” do cérebro – onde as sensações são interpretadas – podem levar objetos a realizar atos estranhos: uma aranha pode começar a pular carniça com um gato de repente. As drogas que afetam o córtex auditivo podem alterar a maneira pela qual o som é ouvido, ou provocar ruídos fantasmagóricos. Algumas substâncias químicas (incluindo o álcool e os esteroides) induzem sensações táteis como a de “insetos” rastejando sobre a pele. O nitrato de amila provoca sensações genitais que frequentemente estimulam o despertar sexual. As drogas que atuam principalmente no sistema límbico, como o Ecstasy, podem causar alucinações emocionais, como um sentimento intensificado de beleza e amor, e aquelas que estimulam os lobos frontais (anfetaminas, cocaína) provocam delírios de poder e força.


Créditos: Reader’s digest (Maximize o potencial do seu cérebro)