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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Angelique DuCondrey



Eu era Angelique DuCondrey no tal jogo de que falou-nos Gabriela. Um personagem que nunca saiu de mim. Fiquei condenada também a ser meio anjo e meio bruxa. Mas a história valeria a pena ser contada. E vou aqui relembrar as origens de Angie – como a chamavam carinhosamente.

“Angelique era um anjo dos exércitos celestiais. O braço direito de Miguel, o arcanjo. Lutou diversas vezes contra os demônios em prol da segurança da humanidade. Mas um dia, em uma de suas batalhas, ela apaixonou-se por Mephistófoles. Descontrolada de paixão, Angelic abandona o céu e lança-se em nome do amor para o inferno.

Como era de se esperar, pouco tempo depois a paixão foi passando e o demônio partiu para novas conquistas. A essa altura Angie já tinha duas filhas de Mephistófoles: Jalousie e Convoitise. Inconformada com o desprezo do marido, Angelique assassina as duas filhas e pede abrigo a rainha dos infernos: Lilith. Compadecida da dor de sua amiga Lilith envia Angelique para Amiens na França onde ela deveria ficar na forma de vampira. Nunca mais deveria voltar aos infernos. E assim se cumpriu. Angelique passou a morar no cemitério de Amiens. E não tardou a ser considerada uma das mais poderosas vampiras de lá. Casou com Lestat e adotou sete filhas. Tornou-se rainha. Uma lenda entre os anjos e os demônios.

Influente, inteligente, vingativa, fria... PERIGOSA. Angelique usa sua beleza para atrair jovens até seu mausoléu onde entre prazeres do corpo roubava-lhes os sonhos, o juízo... A vida!”

Bom, essa era a história criada por mim para minha personagem no jogo. Sinto saudade dessa época. Era um tempo de muita atividade no antigo Orkut. E toparia criar uma série de contos para quem sabe um dia virar um livro sobre esse clã que deu muito que falar. De qualquer forma ainda ando por aí roubando juízos só para não perder o hábito.


Até!

terça-feira, 7 de abril de 2015

UMA MESTIÇA NO VATICANO



CONTO (sinopse)

Não sei se a Waleska vai se lembrar, mas esse conto eu escrevi na época em que tínhamos a família Du Condreys como perfil de jogo na rede social. Fiz esta sinopse com intuito de escrever um conto completo.
Venho agora dividir com vocês essa ideia e quem sabe minhas colegas do clube não animam em escrever essa história comigo de presente para vocês!?

“Em nome do Pai, do filho, do espírito Santo. Deixe este corpo, pois a Deus ele pertence. Sou Jacob Petrovna e ordeno que saia!”
Assim começou o exorcismo de Shayla, filha de uma bruxa com um lobisomem já falecido, em 1666 num povoado em Sérvia.
Naquela época, o cristianismo ainda dominava e tentava acabar com a religião dos pagãos. Houve muitas inquisições e guerras entre bruxos e cristãos. Mas o caso de Shayla foi extremamente inusitado porque nunca houvera um caso de um servo das trevas (bruxo) ser assombrado por seres das mesmas trevas (demônios).
Havia uma força maligna dentro dela, algo indecifrável.
Podia-se ver insanidade e obscuridade  através de seus olhos.
“Que saia os anjos que habitam em mim. Expulsem os demônios que tentam me possuir!”
Foram as ultimas palavras que ela disse ao padre quando entrou em transe satânico profundo.
Ela transpirava ira, luxúria e gula.
Lágrimas de sangue jorrava através de seus olhos.
Naquele dia, padre Petrovna percebeu o quão injusto foi a igreja por condenar os pagãos, sendo que eles não tinham feições maquiavélicas.
Chegando a meia noite, Shayla foi despertando e caninos foram aparecendo enquanto sorria com lábios frios e seus olhos que eram azuis, foram se transformando em gelo e ela começou a voar. Assim ela matou o padre e sua mãe, então fugiu.
A única prova de seu exorcismo está preservado no templo mais sagrado da humanidade. E essa prova é a própria mestiça Shayla. 
Se ela se mantém viva, não se sabe ao certo, mas nos dias atuais tem acontecido muitos sequestros e pessoas desaparecidas sem deixar rastros, levando a aguçar nossos pensamentos e nos questionarmos se essas pessoas não são levadas como alimento para a própria. E por quê a igreja não exterminou a vampira? Será que sua vida e seu sangue tem servido para algo que também não sabemos? Esse é mais um mistério por detrás da religião. Ajude a clã das du Condreys a desvendar este mistério. A caça apenas começou. Mas agora será de igual para igual. 

Por Gabriella Gilmore e Thiago Marlon