Uma novidade que todo pai e educador, (professor não, porque o que mais temos por ai são "professores"), devia conhecer.
O Projeto Escola de Inteligência, criado pelo renomado psiquiatra, pesquisador e escritor Dr. Augusto Cury, faz parte do Instituto Academia de Inteligência. É formado por uma equipe multidisciplinar altamente especializada no processo do funcionamento multifocal da mente e, tem como principais metas: a formação de pensadores, o desenvolvimento da inteligência, a formação da personalidade e a melhoria da qualidade de vida.
As escolas de ensino tradicional, fundamental básico II e médio integrarão o projeto em suas grades curriculares, a ser desenvolvido dentro de 1 (uma) hora/aula semanal, podendo ser inserido na carga horária de uma disciplina já existente, como, Religião, Filosofia, Ética, Sociologia, temas transversais, etc.
Objetiva:
• Desenvolver as funções mais importantes da inteligência como; pensar antes de reagir, colocar-se no lugar dos outros, trabalhar perdas e frustrações, libertar a criatividade, formar pensadores, proteger a emoção, gerenciar pensamentos, consolidar a auto-estima, desenvolver a consciência crítica, Formar pensadores, elaborar sonhos e projetos de vida e adquirir resiliência às intempéries sociais
• Estimular o treinamento do caráter: perseverança, honestidade, espírito empreendedor, debate de idéias, disciplina, tolerância, liderança, solidariedade, capacidade de recomeçar, educação para o trânsito e educação para o consumo.
• Fornecer ferramentas para prevenir transtornos psíquicos: insegurança, fobias, ansiedade, agressividade, sentimento de culpa, falta de transparência e uso de drogas.
• Enriquecer as relações interpessoais através do diálogo, do debate de idéias, da educação para a paz e do trabalho em equipe.
É pioneiro na promoção da saúde emocional e da prevenção de doenças psíquicas,com programa de capacitação dos professores, acompanhamento pedagógico durante a aplicação, e material de apoio pedagógico apostilado ricamente ilustrado, contendo histórias com vertentes psicológicas, sociológicas, filosóficas, idéias de múltiplos pensadores, informações relevantes sobre temas do cotidiano, apresentando uma dinâmica que estimulará a arte da interiorização, da observação, da consciência crítica e do debate de idéias.
Nossa preocupação
O cenário do mundo pós-moderno apresenta um progresso surpreendente na comunicação, no entretenimento, na democratização do conhecimento, na liberdade de expressão e nunca se ouviu falar tanto em qualidade de vida. Mas qual é o espetáculo que estamos assistindo?
Infelizmente, ainda com todos os avanços no cenário social e tecnológico, a peça é decepcionante. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nos próximos 20 anos, a depressão deve se tornar a doença mais comum em todo o mundo. Ainda, atualmente, 20% dos adolescentes sofrem de depressão, e ainda mais, Institute for Social Research, da Universidade de Michigan afirma que 50% da população mundial teve ou vai desenvolver algum tipo de transtorno psicológico durante a vida como; fobias, estresses, ansiedades, anorexia nervosa, transtornos de conduta, entre outros. Como reflexo deste quadro, em um importante Congresso na Califórnia com o tema “Como preparar a juventude para o século XXI", constatou-se por meio de pesquisas, que aproximadamente 30% dos jovens americanos não se tornam cidadãos produtivos porque não se sentem bem consigo mesmos . Esse número é ainda maior em países subdesenvolvidos como o Brasil.
Os teatros escolares são grandes responsáveis pela formação da personalidade, pelo desenvolvimento da inteligência e pela construção de pensadores, preparando-nos não apenas para conhecer o mundo em que vivemos, mas também o mundo que “somos”. Devem ser o ambiente onde aprendemos a conviver e a respeitar as diferenças de pensamentos, cor, religião, posição social. Mas o atual quadro é decepcionante: mais de 45% dos estudantes brasileiros já sofreram algum tipo de violência dentro da escola, seja ela verbal ou física, segundo estimativa do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar (Cemeobes).
Os dias atuais e o caminho que estamos traçando são de fato preocupantes. Estamos diante de uma massa de jovens agitados, desmotivados a conhecer, a questionar, a formar suas próprias opiniões e debaterem ideias. Vivendo cada vez mais voltados ao mundo virtual, os jovens assistem, em média, 4 horas, 50 minutos e 11 segundos por dia de programação televisiva, tornam-se os principais alvos das propagandas de consumo. Segundo pesquisa elaborada pelo Instituto Akatu, com base em estudo realizado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) com jovens de 24 países dos cinco continentes, os jovens brasileiros estão no topo dos mais consumistas, à frente de jovens franceses, japoneses, argentinos e americanos, mas nem de longe são mais felizes, como mostram os dados sobre a depressão.
Os relacionamentos entre pais e filhos, professores e alunos, e entre amigos estão cada vez mais superficiais. Os jovens encontram dificuldade para dividirem suas histórias e lágrimas. Estão presencialmente ligados, porém emocionalmente mais distantes. É necessário que nos adaptemos aos avanços tecnológicos sem perder de vista a sensibilidade humana.
Pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em dezesseis cidades brasileiras mostrou que 58% dos garotos e garotas de 12 a 14 anos fizeram uso de drogas pelo menos uma vez na vida. Segundo estudos do Instituto Nacional de Políticas do Álcool e Drogas da Universidade Federal de São Paulo, a dependência do álcool aumentou 30% entre homens e 50% entre as mulheres no Brasil em relação a dez anos atrás. E outros estudos mostram que em quatro anos o consumo de drogas anorexígenas cresceu 100% .
Estatísticas como essas são realmente alarmantes. A peça que estamos encenando e as próximas que assistiremos devem ser o incentivo para que nos tornemos ativos na mudança desse roteiro, colaborando para que nossos jovens transformem-se em líderes e atores principais no teatro social, com saúde emocional e projetos de vida. Sabemos que as escolas e os educadores almejam a mudança dessa realidade, mas têm dificuldades de encontrar meios eficazes para que isto aconteça.
Queremos estar juntos com as instituições de ensino para ajudar a escrever um novo roteiro no teatro da educação, pois é nele que desenvolvemos as características mais importantes para o desempenho do nosso papel no teatro da vida. Hoje são nossos alunos e filhos, amanhã serão eles os responsáveis pelos principais papéis que decidirão o futuro da nossa sociedade, do nosso planeta.
Vantagens
• Capacitação dos professores que aplicarão o projeto, com profissionais altamente capacitados nas áreas de psicologia, psicopedagogia, psiquiatria, entre outros, debatendo temas que envolvem o funcionamento básico do teatro da mente humana, a construção das ferramentas fundamentais para a formação de pensadores e o método de aplicação do projeto.
• Cada aluno receberá juntamente com o professor, material pedagógico apostilado ricamente ilustrado, contendo histórias com vertentes psicológicas, sociológicas, filosóficas, abrangendo idéias de múltiplos pensadores e informações relevantes sobre temas do cotidiano. Tudo isso com uma dinâmica que estimulará a arte da interiorização, da observação, da consciência crítica e do debate de idéias.
• Assistência pedagógica durante a aplicação, de modo a favorecer a aproximação da equipe do projeto com a instituição educacional, tornando-se parceiros na educação para vida e na formação de pensadores.
• Assistência permanente através de Call Center e via e-mail, dando suporte para a instituição de ensino.
Conheça o site http://www.escoladainteligencia.com.br/ e veja que isso não é sonho, é realidade. Nos ajude a mudar o futuro da educação no Brasil!
DIVULGUE a E.I.
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domingo, 28 de junho de 2015
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Cor invisível. Comentário - jornal Estadão.
O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://alias.estadao.com.br/noticias/geral,cor-invisivel,1710073O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://alias.estadao.com.br/noticias/geral,cor-invisivel,17100
73Li um artigo no jornal Estadão, no dia 20 de junho que falava sobre como a sociedade consegue esconder as pessoas através dos uniformes.
De cara eu esbocei meu pensamento, mas precisava finalizar o artigo para poder organizar minhas ideias.
No texto, o psicanalista de 40 anos, F.B.da Costa, fez por alguns uma pesquisa em psicologia social no qual ele precisou trabalhar um tempo como gari, e algumas vezes ia para a faculdade que estudava uniformizado e ninguém o reconhecia, ou fazia questão de não reconhece-lo, como afirmava o médico.
Questionou também o uso de uniforme branco obrigatório das babás no Clube Pinheiros.
Agora eu preciso entender qual é o problema da pessoa, qualquer pessoa, estar uniformizada? Me desculpa, mas se alguém usa o uniforme e se deixa ser invisível é porque se sente assim. Minha mãe é diarista, muitos aqui não fazem ideia desse fato, pensam que sou burguesinha, longe disso. Minha mãe falou que odeia ir trabalhar de roupa própria por vários motivos e que vai mandar fazer um "uniforme" para ser identificada e evitar de gastar peças de roupa pessoal, que muito das vezes ela usa para sair.
Eu por exemplo, odiei passar meu tempo de experiência usando roupas que pouco tenho. Não via a hora do uniforme chegar para me poupar das inúmeras lavagens de peças e também me sentir mais parte da empresa. Identificada.
Tudo bem que meu trabalho não pode ser comparado com o de garis, babás, garçons, etc, mas achei a visão deste doutor um tanto dramática.
O uniforme nada mais é que uma identificação. Em algumas vezes pode até nos salvar, acredite.
Deixo o link da matéria para aqueles que tiverem interesse em se aprofundar no assunto de hoje.
Deixe sua opinião.
O uso do uniforme é uma capa de invisibilidade e desprezo?
Matéria completa
sexta-feira, 22 de maio de 2015
A MEMÓRIA DOS ANIMAIS
por Gabriella Gilmore
Os animais têm memória, mas será
que a memória deles é como a dos seres humanos? Apesar de serem capazes de
reconhecer, associar e usar a memória para entender o mundo, parece que falta
aos animais o poder da recordação – para pensar sobre o passado de um modo
introspectivo e autobiográfico.
NEM TANTO CÉREBRO DE PASSARINHO
O cérebro de um pombo é 500 vezes
menor do que o humano, mas experimentos mostraram que eles têm um grande poder
de reconhecimento. Usando sementes como recompensa por respostas corretas,
foram treinados a bicar um botão toda vez que lhes fossem mostradas fotos com
alguma características previamente escolhida. Os pombos aprenderam a distinguir
fotos que continham árvores das que não continham – eles podiam até mesmo diferenciar
folhas de carvalho de outros tipos de folhas.
Em seguida, os pombos foram
testados com fotos com pessoas e sem pessoas, com uma única pessoa e com
multidões, pessoas vestidas ou nuas, e finalmente com fotografias com ou sem
uma determinada mulher. Eles aprenderam a reconhecer a mulher de qualquer
ângulo e foram capazes de distingui-la de fotos de outras mulheres vestidas com
roupas similares. O desempenho dos pombos não decepcionou mesmo em testes
envolvendo fotos de peixes e criaturas do mar – elementos que não fazem parte
da vida de um pombo comum.
MEMÓRIA DE ELEFANTE
O velho ditado de que um elefante
nunca esquece pode não ser tão artificial quanto parece. Randall Moore, um
queniano especialista em elefantes, devolveu um elefante de cativeiro para a
selva. Quinze anos depois, o mesmo elefante foi encontrado com um ferimento no
pé devido ao ataque de um hipopótamo. O elefante resistiu com violência a todas
as tentativas de ajuda até que Moore foi lá e chamou por ele. Pelo que parece,
o elefante reconheceu sua voz imediatamente.
Um espectador descreveu: “Ele foi
à sua direção, rendeu-se e permitiu que o veterinário o examinasse. O elefante
levantou o pé e ficou passivo enquanto a equipe de salvamento o vacinou e o
operou.”
FATO: Koko, um gorila treinado, conseguia usar e lembrar
mais de 400 palavras da língua de sinais.
Créditos: Reader’s digest
(Maximize o potencial do seu cérebro)
sexta-feira, 15 de maio de 2015
INTERNET - Vício bom?
por Gabriella Lima
Até quando a internet interfere em nossas vidas?
Como controlar os vícios e o bloqueio mental que aos poucos ela nos fornece?
São algumas das várias perguntas que fazemos desde que a substituição dela em vários campos de nossas vidas, seja social, literário e emocional aconteceu.
Quem nunca deixou de fazer alguma atividade em casa para ficar vidrado no Skype, que já foi ICQ, MSN, com amigos reais e irreais? (Irreais)?? Amigos virtuais, meus caros.
Quem nunca deixou de assistir na TV algum clip ou um filme espichado no sofá, com os amigos/família desde que o Youtube surgiu? Ou, quem nunca deixou de ir a biblioteca fazer pesquisa da escola/faculdade ou de comprar um livro porque você já consegue ler tudo em iPads e notebooks?
Isso é bom? É ruim? Ou é moderno demais?
Claro que as respostas são claras, pois tudo que é feito com desequilíbrio nos prejudica em algo.
Num passado não tão distante eu tive problemas com esta ferramenta, a Internet.
Depois que eu conheci várias “Rafaelas” por ai, ela acabou surgindo em forma de livro.
Aprendi com a personagem que viver lá fora é muito mais real e as ansiedade são menores.
Esses dias estava hospedada na casa de uma irmã que tem um filho de 5 anos e por alguns momentos eu quase deixei de sair com ele para andar de bicicleta para ficar sentada em frente ao computador, praticamente sem rumo. Havia algum tempo que eu não tirava férias, e muitas coisas estavam desatualizadas. Num espaço de 3 horas consegui colocar meus textos em ordem e comunicar com os leitores que deixam comentários e e-mails.
O garoto me chamou com impaciência para que saíssemos logo. Por um breve momento eu quase estourei, mas depois pensei nas coisas que aprendi sobre os vícios.
Desliguei o computador e fui sentir o ar lá fora.
Na manhã seguinte houve um quase resquicio.
Estávamos fazendo tarefinhas da escola quando o MSN gritava por meu “nome”.
Desconectei da conta e fui dar atenção ao garotinho, afinal, não quero que ele cresça com a visão de que a máquina vem em primeiro lugar.
Agora deixo essas questões para vocês refletirem.
Comentem, me deixe sua opnião. Debater sobre temas assim fazem com que alguma coisa na “rede” valha a pena.
Os segundos passam voando. Ou você usa isso para seu benefício, ou...
domingo, 19 de abril de 2015
Esquizofrenia: PERCEPÇÃO E REALIDADE.
por Gabriella Gilmore
Em uma de minhas pesquisas, descobri este médico e autor no qual me apaixonei. Gostaria de dividir este achado com vocês.
Hoje nosso post é uma sugestão
de pesquisa sobre esquizofrenia e
psiquiatria, tendo como mentor o Dr. Ronald Laing.
O psiquiatra escocês Ronald David Laing (1927 – 1989) foi um dos
pensadores mais influentes e controversos da década de 1960.
Ele questionava a ortodoxia,
defendendo que as percepções das pessoas consideradas mentalmente doentes são
tão válidas em suas próprias condições quanto aquelas nos indivíduos “normais”.
Laing ressaltava que quase qualquer comportamento poderia ser interpretado como
um sintoma de esquizofrenia, possibilitando aos psiquiatras classificar
clinicamente aqueles que simplesmente se recusavam a se adequar às expectativas
da família e da sociedade. Na opinião de Laing, a esquizofrenia era uma forma
de vivenciar o mundo, não uma doença; a “enfermidade” mental na verdade poderia
ser uma jornada existencial – uma cura para a angústia originada na infância e
na família.
Nascido em Glasgow em 1927, o
próprio Laing teve uma criação familiar turbulenta. Após completar sua
residência médica em 1958, trabalhou em uma unidade psiquiátrica do exército
britânico. Seu livro, SANIDADE, LOUCURA E A FAMÍLIA (1964),
em que defendia que a esquizofrenia poderia ser causada por um colapso na
comunicação familiar, consolidou sua reputação internacional. Laing continuou
seu notável trabalho clínico durante a década de 70. Posteriormente, seu
prestigio intelectual ficou comprometido devido ao seu fascínio pelo
misticismo, o que fez com que acabasse perdendo sua licença para exercer a
medicina na Grã-Bretanha.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
SONO E SAÚDE - CLV DICAS
Informativo do #CLV
O post de hoje é voltado para
o leitor que tem problemas para dormir.
Se nenhuma das dicas abaixo
amenizar a insônia, não adie mais uma visita ao clínico.
Em geral, nós não damos valor
ao sono, a não ser quando ele começa a ficar difícil. Durante o sono, o cérebro
e a mente penetram em um estado bastante diferente da vigília - não é apenas
uma questão de “desligar”. E quando o sono é limitado, o impacto sobre a saúde
pode ser significativo.
Vou dividir com vocês uma
experiência própria.
Há alguns anos, antes de eu
ser diagnosticada com Síndrome do Pânico, minhas noites de insônia não faziam
muito sentido. Não entendia porque sentia essa vontade acelerada de ficar
acordar 24hrs. Teve uma semana, a anterior de eu procurar o médico, que fiquei
uma semana apenas no cochilo. Quando pegava no sono, eu acordava e não
conseguia dormir. Com essa privação de descanso cerebral, me acarretou dores de
cabeças insanas.
Adiantando um pouco a
história, quando comecei a fazer o tratamento do transtorno, eu precisei
reaprender a dormir.
Hoje eu sou muito disciplinada
quanto a isso porque sei o quanto foi difícil aprender a controlar meu sono.
Eu descobri que realmente
necessito de no mínimo 7hrs de descanso direto para acordar bem.
Outra observação que tive, foi
quando trabalhei alguns anos em recepção de hotel. Eu tinha turnos de zero
hora que eu simplesmente odiava. Eu basicamente perdia 2 dias de sono.
Primeiro, porque se eu fosse
ficar na madrugada de sábado para domingo, eu precisava dormir à tarde de
sábado toda para conseguir trabalhar sem cochilar na madrugada. E quando eu
chegava em casa no domingo de manhã, eu dormia quase o dia todo, basicamente levantando para comer, beber água e deitar novamente. Eu me sentia um
moribundo.
Isso foi se tornando uma
rotina, e eu passei a reparar como minha imunidade estava ficando baixa e a gastrite que eu já tinha piorou. Teve uma vez que sai de manhã do
trabalho direto para o postinho de saúde de tanto refluxo gástrico que saia do
estômago. Reparava também que por volta das 2 horas da manhã, o sono chegava
pesado. Mas eu me mantinha firme. Depois dessa hora de fadiga, o sono sumia, e
perto das 5 da manhã eu me sentia com a mente estranha, eufórica e desordenada.
Isso deve variar de pessoa
para pessoa, mas sabemos que uma noite perdida nunca mais será recuperada.
A rotina tanto faz parte de nossas
vidas como é necessária por diversas razões. Fique atento aos sinais e não deixe de procurar por ajuda. Um bom descanso faz toda a diferença na nossa vida.
Segue abaixo algumas dicas
para te ajudar a relaxar antes de dormir.
·
Assegure o conforto do quarto – nem muito
quente, nem muito frio, e o mais escuro possível.
·
Os exercícios físicos ajudam-nos a desacelerar,
mas não devem ser a última coisa a ser feita à noite. Os exercícios aceleram o
metabolismo e dificultam o relaxamento.
·
Assim como com relação ao exercício físico, é
importante não trabalhar imediatamente antes de ir para a cama nem se envolver
em atividade mental estimulante.
·
Tente escolher um programa de televisão ou um
assunto de leitura que não exija muito raciocínio.
·
Experimente ingerir uma bebida láctea ou um chá
de ervas calmante. Uma tigela de cereais também pode ajudar, porque os
carboidratos induzem o sono.
·
A crença popular de que queijo provoca pesadelos
é incorreta – é bem mais provável que provoque uma crise de indigestão.
·
Se você tem problemas reais, o melhor caminho
para regular os seus ciclos de sono-vigília consiste em acordar na mesma hora
todos os dias, inclusive nos fins de semana.
Créditos: Reader’s digest (Maximize o potencial do seu cérebro)
quinta-feira, 2 de abril de 2015
REMÉDIOS PARA A MENTE
O cérebro apresenta um equilíbrio
delicado entre substâncias químicas complexas, que podem ser alteradas por
substâncias do dia-a-dia, como a cafeína, bem como por drogas medicinais.
Alguns desses medicamentos para a mente são benéficos, mas todos devem ser
tomados com devido cuidado, sejam eles naturais ou sintéticos.
REMÉDIOS CONVENCIONAIS
Os remédios que afetam a mente
incluem analgésicos e antidepressivos. A aspirina foi descoberta em 1853 na
Alemanha, embora substâncias vegetais semelhantes viessem sendo utilizadas
durante séculos. Hoje, continua a ser uma das drogas mais seguras e eficazes
para o alívio da dor leve, apesar de algumas pessoas serem sensíveis à sua ação
irritante no estômago. O paracetamol vem sendo utilizado como analgésico
alternativo à aspirina, principalmente porque é menos irritante para o
estômago. Contudo, sua principal desvantagem reside no perigo de dose
excessiva, que pode causar lesão hepática irreversível séria. Enquanto a
aspirina (e outros antiinflamatórios não-esteroides) interrompe os impulsos
dolorosos que percorrem do local da lesão até o cérebro, o paracetamol reduz a
percepção da dor no próprio cérebro. Assim como o paracetamol, analgésicos mais
potentes como a morfina e outros opióides também exercem seus efeitos,
alterando modo como avaliamos e sentimos a dor.
A maioria das pessoas
fica deprimida em algum momento da vida, sobretudo após a perda de um ente
querido ou alguma outra perda, e isso é uma reação humana normal que melhora
com o passar do tempo. Entretanto, algumas pessoas tornam-se
clinicamente depressivas sem motivo aparente, e muitas se beneficiam de
antidepressivos prescritos. Essas drogas aliviam os principais sintomas da depressão,
permitindo que o individuo viva melhor e talvez tire proveito de terapias psicológicas
que podem estar disponíveis junto ao medicamento. Outros medicamentos para a
mente incluem os ansiolíticos, como o benzodiazepínico diazepam (valium). Essas
drogas, muito receitadas podem aliviar estados específicos de ansiedade; as
doses, porem, devem ser mantidas baixas a fim de reduzir a possibilidade de
efeitos colaterais.
OPÇÕES NATURAIS
A erva-de-são-joão tem sido
empregada como erva medicinal para cura a depressão desde a época dos gregos
antigos, que acreditavam que ela podia retirar os maus espíritos, e está
ganhando popularidade de novo. Nativa da Europa e da Ásia, as plantas exibem
folhas minúsculas que contêm glândulas de óleo e flores amarelas com cinco pétalas.
A erva-de-são-joão também apresenta propriedades anti-sépticas e anti-inflamatórias
e é usada tanto na medicina chinesa quanto na homeopatia. No entanto, é preciso
ressaltas que a erva-de-são-joão é uma substancia potente, devendo-se sempre
avaliar com o médico se o uso está indicado, sobretudo para quem toma outra
medicação e para mulheres grávidas ou que estejam amamentando.
Créditos: Reader’s digest (Maximize o
potencial do seu cérebro)
segunda-feira, 16 de março de 2015
DÉJÀ VU
Do francês, Déjà vu, (Já vi no português) é um dos truques
mais peculiares que a memória pode aplicar, o déjà vu é uma sensação curiosa
marcada por uma impressão súbita e intensa de familiaridade – um sentimento de
“ter estado aqui antes” ou de já ter vivido esse momento.
A TEORIA MAIS RECENTE
Pesquisas cerebrais sugerem que o
déjà vu pode ser o resultado de um
erro momentâneo no modo como o cérebro constrói uma imagem consciente. Tudo o
que vivenciamos é processado ao longo de muitos caminhos paralelos no cérebro.
Alguns deles percorrem áreas da camada externa do cérebro, ou córtex, e lidam
com percepções sensoriais. Por exemplo, eles combinam informações visuais para
formar imagens completas e conectam informações sensoriais com fatos
relacionados a imagens, tais como o nome de objetos e o que eles são. Outros
caminhos percorrem o sistema límbico, o centro emocional do cérebro, e é ai que
a informação recebe significado emocional, incluindo, se apropriado, a sensação
de familiaridade. Normalmente, a informação dos caminhos límbico e cortical é
trazida à consciência ao mesmo tempo, criando uma imagem “completa”. Imagina-se
que o déjà vu ocorra quando uma
informação que esteja fluindo pelo sistema límbico seja rotulada como familiar
por engano. Quando essa informação identificada incorretamente se incorpora à
informação restante do cérebro, produz uma sensação de familiaridade que vai
contra o conhecimento produzido pelo córtex. Isso leva à experiências
intrigante do famoso déjà vu.
CURIOSIDADE: Jamais vu.
O jamais vu é o inverso do déjà
vu: em vez de uma coisa nova parecer familiar, alguma coisa conhecida
parece estranha. Você pode estar, por exemplo, na sua própria casa quando, de
repente, os móveis e suas disposições não lhe parecem, por um momento,
familiares. Ou você pode olhar para alguém que conheça bem e sentir que a
pessoa é tão estranha para você como qualquer rosto na multidão. Mesmo que você
saiba mentalmente que a sala e a pessoa são as mesmas de sempre.
Como o déjà vu, é provável que o jamais
vu seja causado por uma falha momentânea do sistema límbico em reagir
apropriadamente – no caso, o significado emocional da informação não está sendo
reconhecido como deveria, ou o “rótulo” emocional não chega até a consciência.
Apesar de o fenômeno durar apenas
poucos segundos, em casos raros uma lesão no sistema límbico pode produzir uma jamais vu permanente especialmente no
que diz respeito às pessoas. Esses sentimentos podem se tornar tão intensos que
a pessoa conclui que os amigos e os familiares foram “substituídos” por
impostores ou alienígenas. Essa convicção, conhecida por síndrome de Capgras,
pode ter consequências catastróficas. Pessoas acometidas por essa doença muitas
vezes rejeitam a família e podem se tornar paranoicas e violentas.
Créditos: Reader’s digest
(Maximize o potencial do seu cérebro)
domingo, 8 de março de 2015
O ponto de Deus e outras drogas.
O “PONTO DE DEUS” e outras
drogas.
Um dos tipos mais impressionantes
de estado alterado é o de sentir uma “presença” invisível – frequentemente
interpretada como a consciência de Deus. Estudos cerebrais descobriram que essa
sensação se deve à atividade em uma área do lobo temporal. Esse “ponto de
Deus”, como é popularmente conhecido, costuma ser ativado em situações nas
quais um período de estresse é repentinamente interrompido por uma experiência
prazerosa. Ele também pode ser estimulado artificialmente, ou induzido por
estimulações magnéticas transcraniana (que inibe a atividade em partes
específicas do cérebro). Os lobos temporais são uma das áreas associadas ao
nosso sentido de identidade. Uma teoria sobre a misteriosa presença sentida
quando a área do “ponto de Deus” é inibida em um lado do cérebro é que a área
equivalente do outro hemisfério inunda a consciência com uma sensação
espiritual sentida como se viesse de fora.
MEDICAMENTOS E A MENTE
Muitos medicamentos usados no tratamento
de doenças afetam o cérebro de tal maneira que a consciência é alterada.
Algumas drogas são fabricadas com essa finalidade: tranquilizantes,
antidepressivos e certos analgésicos agem diretamente no cérebro, alterando o
fluxo de neurotransmissores no intuito de melhorar a disposição ou deter a dor.
Entretanto, os efeitos desses medicamentos não podem ser previstos de maneira
precisa. Às vezes, eles não apenas aliviam sintomas desagradáveis, como também
desencadeiam experiências como a desrealização ou a euforia. Outras drogas
também afetam o cérebro indiretamente: os anti-histamínicos, por exemplo, são
capazes de provocar sonolência, e os esteroides, euforia.
FATO: Medicações da atividade elétrica em “acupontos” no
corpo – os pontos usados na acupuntura chinesa – revelaram uma ligação entre
relatos de experiências transcedentais e alterações no fluxo da corrente.
DROGAS E ALUCINAÇÕES
As alucinações podem ser
provocadas por uma grande variedade de drogas. Algumas, incluindo o LSD, o
peiote, a mescalina e a heroína, são usadas especificamente com esse propósito,
ao passo que outras podem provocar alucinações como um efeito colateral. As
últimas incluem medicamentos com receita controlada utilizados para tratar
pressão arterial alta (clonidina), dores (pentazocina, fentanil) e a depressão
(Prozac).
O tipo de alucinação depende de
qual parte do cérebro é mais afetada pela droga. Aquelas que têm como alvo o
córtex visual produzem cores e formas que giram e se movimentam rapidamente,
provocando uma percepção alterada do tamanho e da forma dos objetos. Aquelas
que afetam áreas mais “importantes” do cérebro – onde as sensações são
interpretadas – podem levar objetos a realizar atos estranhos: uma aranha pode
começar a pular carniça com um gato de repente. As drogas que afetam o córtex
auditivo podem alterar a maneira pela qual o som é ouvido, ou provocar ruídos
fantasmagóricos. Algumas substâncias químicas (incluindo o álcool e os
esteroides) induzem sensações táteis como a de “insetos” rastejando sobre a pele.
O nitrato de amila provoca sensações genitais que frequentemente estimulam o
despertar sexual. As drogas que atuam principalmente no sistema límbico, como o
Ecstasy, podem causar alucinações emocionais, como um sentimento intensificado
de beleza e amor, e aquelas que estimulam os lobos frontais (anfetaminas,
cocaína) provocam delírios de poder e força.
Créditos: Reader’s digest (Maximize o potencial do seu cérebro)
quinta-feira, 5 de março de 2015
A CURA PELA FALA
Boa tarde pessoal!
A partir de hoje o Clube incluirá
alguns textos informativos sobre fatos da mente, do cérebro, curiosidades, psicologia
em geral, tudo para levar aos nossos
leitores conhecimento.
Leio, logo sou livre. #CLV
FREUD E A MENTE INCONSCIENTE
Freud não inventou a ideia da
mente inconsciente, mas deu-lhe mais solidez e chamou atenção para ela. Seu
trabalho teve um impacto profundo na sociedade e sem dúvida alguma,
garantiu-lhe o status de gigante intelectual do século XX.
A CURA PELA FALA
Talvez a mais importante das
afirmações de Freud tenha sido a de que tudo que pensamos, dizemos ou fazemos é
impulsionado pelo inconsciente – nada acontece por acaso. A psicanálise é a
terapia que ajuda a revelar as causas ocultas de nossos pensamentos e
comportamentos conscientes, e assim nos permite lidar com os problemas
associados ao recalque. Seu objetivo – de acordo com Freud – é fazer o
inconsciente se tornar consciente. Por exemplo, quando Anna O. Resgatou a
lembrança reprimida de um cão bebendo em um copo, desbloqueou sua própria
resistência a beber.
Inicialmente, Freud usou a
hipnose para examinar o material inconsciente de seus pacientes, mas
abandonou-a gradualmente porque achava que essa técnica era incapaz de penetrar
nos aspectos mais profundos do problema – os sexuais. Preferiu a técnica da
livre associação, em que o paciente se deitava em uma posição relaxada em seu
famoso divã e dizia o que lhe viesse à mente. Freud então analisava o que o
paciente havia lembrado – dando especial atenção aos símbolos e aos fragmentos
de sonhos, que eram segundo ele “a majestosa estrada para o inconsciente”. O
analista – e apenas o analista – poderia, assim, determinar que acontecimentos
no passado do paciente houvessem causado seu sofrimento atual.
Créditos: Reader’s digest
(Maximize o potencial do seu cérebro)
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