sábado, 3 de janeiro de 2015
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Adeus ano velho. (Frases)
Música do dia na versão de Dixie Chicks.
You can't hurry love
You can't hurry love
Para
sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem
de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É
dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre. (Carlos Drummond de Andrade)
· Jamais haverá ano novo se você continuar a cometer os erros dos anos velhos.
Pense nisso. Feliz Ano Novo!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
UMA LIÇÃO: aprendendo a doar sorrisos.
“Às vezes me perco no mundo das palavras escritas. Embaralha-me a mente
quando preciso falar e não consigo, por isso sigo escrevendo sentimentos...” –
G.L
Há alguns dias tenho travado
uma batalha espiritual com uma colega de trabalho.
Tentando entender o porquê de
sua braveza comigo, nunca deixei de pedir a Deus sabedoria para lidar com as suas
emoções.
Confesso que tenho minhas
dificuldades de adaptação em todo início de trabalho novo. Como sou um pouco
expansiva, eu me seguro para não forçar a barra demais no tanto que sou legal.
(É o que dizem por ai). Portanto eu acabo me fechando, por timidez e o fato de
eu ser um tanto desengonçada.
Ontem à noite pedi minha mãe
orientação a respeito dessa situação e ela pediu para que eu tivesse mais
paciência e amor.
Hoje quando cheguei ao
trabalho à primeira coisa que eu pedi aos céus foi sabedoria e inteligência
para tratar de frente esse mal entendido.
Pensei em comprar-lhe um doce
para adoçar seu coração aparentemente amargo, e pedi desculpas por algo que não
fiz, foi quando ela entrou na sala.
Aproveitei para desabafar.
Meus olhos encheram d’água,
quando eu perguntava o motivo de tanta rispidez comigo.
Em nossa curta e simples
conversa ela me disse que pelo fato de eu não sorrir ou não cumprimentar os
colegas ao chegar fez com que construíssemos este muro.
Foi ai que percebi a tamanha
importância que tem o dizer saudações e o sorriso brilhante.
Hoje tive mais uma lição, pois
eu não sabia que as pessoas se importavam com isso, afinal, quem sou eu aqui na
empresa? Com tão curto tempo de trabalho? E farei uma promessa em ser menos
introspectiva, e dar sorrisos a pessoas que tanto precisam. E relembrando uma
frase “Não repare quando eu te negar um sorriso porque naquele momento será o
dia em que eu mais precisarei do seu”.
Obrigada 2014, pela redescoberta de mim mesma!
"I got the eye of the tiger, a fighter, dancing through the fire'cause I am a champion and you're gonna hear me roar
Louder, louder than a lion
'cause I am a champion and you're gonna hear me roar..."
(Tradução: Eu tenho o olho do tigre, de uma lutadora dançando no fogo
Porque sou uma campeã e você vai me ouvir rugir
Mais alto, mais alto do que um leão
Porque sou uma campeã e você vai me ouvir rugir..."
Katy Perry - Roar)
Se alguém a um ano atrás alguém me contasse tudo que estou fazendo agora, eu
não acreditaria. Se alguém me contasse como seria 2014, eu teria morrido
de rir e dito “ok, conta a próxima”, porque pareceria a piada mais mentirosa de todas. De vez em
quando ainda parece que vou acordar e tudo vai ter sido um sonho, e eu
preciso me convencer todo dia de que a minha vida realmente deu esse pequeno giro de 360°em vários aspectos.
Essa pequena parte da minha vida eu chamo de amizade!
Quem não gostaria de uma oportunidade de abrir uma porta e reescrever a história por um caminho novo? Assim são os amigos... Acho fascinante conhecer coisas especiais em cada pessoa!
Por isso é tão bom conhecer pessoas novas. Entrar em contato com os outros é uma forma de encontrar não só uma nova
pessoa lá fora, mas também dentro de si. Não só é um jeito de se
deparar com aquilo que permanece adormecido como é uma excelente
oportunidade de se construir de uma maneira diferente. Assim é com as garotas do C.L.V., é com o grupo do Encontros da minha casa, "La Confrarie" do curso de Francês, as pessoas da nova unidade para onde me transferi , além daqueles já existentes cada um do seu modo e do seu jeito direta e indiretamente colocou suas sementes e estamos colhendo bons frutos!
Disposição e cuidado quebram bloqueios muito facilmente.
Esse foi um ano que chamaria de revelador...
Eu escrevo algumas coisas e dou conselhos e continuo seguindo adiante, mas no geral não sou de me abrir. Estou escrevendo isso tudo agora porque fui tomada por uma vontade enorme de compartilhar plena e completamente o que estou sentindo esse fim de ano!
A verdade é que nem nos mesmos, nos conhecemos, por isso, às vezes nos surpreendemos.
Surpreendemos com a nossa capacidade de reconhecer as mudanças que precisamos fazer conosco e mais ainda com os resultados. Muitas vezes parece que o mundo enjoou de girar tranquilamente e
resolveu dar uma sacudida pra bagunçar tudo. E, como sempre, só lamentar
não resolve nada. Uma hora ou outra precisamos ser maduros o suficiente
para aceitar que somos capazes de pelo menos tentar organizar essa
bagunça, e acreditem, quanto mais rápido melhor.
Vamos ser sinceros, não existe vida sem mudanças. Para vida é a segunda certeza que temos depois da grande viagem! Eu tinha o péssimo defeito de passar por cima dos meus sentimentos para agradar as pessoas. Acho que isso é reflexo da minha carência excessiva. Um mania de perfeição,um medo exacerbado de ser rejeitada. Ah é muita paranoia!!!!!
Bom mas quem não tem as suas que atire o primeiro "comentário" dando o contra.
Esse processo de auto conhecimento não é nada fácil, tem sido doloroso perceber certas coisas, minha fraquezas, meus medos...porém estou ficando fortalecida.
Vamos ser sinceros, não existe vida sem mudanças. Para vida é a segunda certeza que temos depois da grande viagem! Eu tinha o péssimo defeito de passar por cima dos meus sentimentos para agradar as pessoas. Acho que isso é reflexo da minha carência excessiva. Um mania de perfeição,um medo exacerbado de ser rejeitada. Ah é muita paranoia!!!!!
Bom mas quem não tem as suas que atire o primeiro "comentário" dando o contra.
Esse processo de auto conhecimento não é nada fácil, tem sido doloroso perceber certas coisas, minha fraquezas, meus medos...porém estou ficando fortalecida.
"Tente o novo todo dia,
o novo lado, o novo método, o novo
sabor, o novo jeito, o novo prazer, o
novo amor, a nova vida.
Tente."
o novo lado, o novo método, o novo
sabor, o novo jeito, o novo prazer, o
novo amor, a nova vida.
Tente."
"Eu quero viver, e não apenas existir. ♥"
Essa é uma pequena grande parte da minha vida que eu chamaria de redescoberta do amor! E precisa de explicação e resposta para aquilo que não se consegue explicar? E eu acordava todos os dias querendo ter a certeza de que não estou sonhando. "Um dia de cada vez", "Carpe Diem", "Paciência" coisas que aprendemos com o tempo. Mas aprendemos que somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes. Afinal de contas, nós somos o "Amor".
Estou preparada e apesar disso, sem pressa… depois do muito que já esperei, nenhuma demora me fará desertar.
"Só existem dois dias no ano que nada
pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto
hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver."
(Dalai Lama)
O futuro é uma incógnita, e eu já nem quero saber do que vem em 2015 ou em qualquer um dos meus próximos anos. Quero saber do hoje, e o agora é continuar me esforçando e trabalhando e correndo atrás. Pra você que pensa que a vida não tem sentido, ou que a mudança é impensável, ou se sente tão sem esperanças e perspectiva que nem sabe por onde começar, pare, esvazie-se e respire. Respire fundo e enxergue o que existe de bom ao seu redor. Parece impossível sair do fundo do poço, mas você ainda vê a luz se olhar pra cima. O que parece um problema a princípio pode ser exatamente o necessário pra que lá na frente tudo fique melhor. Então não desista.
Eu agradeço imensamente a todos que passaram pelo meu caminho, e especialmente os que permanecem nele. O paraíso não vale nada sem amor, como diz a música, e existindo paraíso quero todos vocês lá comigo.
Feliz mudanças novas, feliz tempos novos!
Au Revoir
Até o próximo texto
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Coração - Caio Fernando Abreu
Na terra do coração passei o dia pensando - coração
meu, meu coração. Pensei e pensei tanto que deixou de significar uma
forma, um órgão, uma coisa. Ficou só com-cor, ação - repetido, invertido
- ação, cor - sem sentido - couro, ação e não. Quis vê-lo, escapava.
Batia e rebatia, escondido no peito. Então fechei os olhos, viajei. E
como quem gira um caleidoscópio, vi:Meu coração é um sapo rajado, viscoso e cansado, à espera do beijo prometido capaz de transformá-lo em príncipe.
Meu
coração é um álbum de retratos tão antigos que suas faces mal se
adivinham. Roídas de traça, amareladas de tempo, faces desfeitas,
imóveis, cristalizadas em poses rígidas para o fotógrafo invisível. Este
apertava os olhos quando sorria. Aquela tinha um jeito peculiar de
inclinar a cabeça. Eu viro as folhas, o pó resta nos dedos, o vento
sopra.
Meu coração é um mendigo mais faminto da rua mais miserável.
Meu
coração é um ideograma desenhado a tinta lavável em papel de seda onde
caiu uma gota d’água. Olhado assim, de cima, pode ser Wu Wang, a
Inocência. Mas tão manchado que talvez seja Ming I, o Obscurecimento da
Luz. Ou qualquer um, ou qualquer outro: indecifrável.
Meu coração não tem forma, apenas som. Um noturno de Chopin (será o número 5?) em que Jim Morrison colocou uma letra falando em morte, desejo e desamparo, gravado por uma banda punk. Couro negro, prego e piano.
Meu coração não tem forma, apenas som. Um noturno de Chopin (será o número 5?) em que Jim Morrison colocou uma letra falando em morte, desejo e desamparo, gravado por uma banda punk. Couro negro, prego e piano.
Meu
coração é um bordel gótico em cujos quartos prostituem-se ninfetas
decaídas, cafetões sensuais, deusas lésbicas, anões tarados, michês
baratos, centauros gays e virgens loucas de todos os sexos.
Meu coração é um traço seco. Vertical, pós-moderno, coloridíssimo de neon, gravado em fundo preto. Puro artifício, definitivo.
Meu
coração é um entardecer de verão, numa cidadezinha à beira-mar. A brisa
sopra, saiu a primeira estrela. Há moças na janela, rapazes pela praça,
tules violetas sobre os montes onde o sol se pôs. A lua cheia brotou
do mar. Os apaixonados suspiram. E se apaixonam ainda mais.
Meu coração é um anjo de pedra de asa quebrada.
Meu
coração é um bar de uma única mesa, debruçado sobre a qual um único
bêbado bebe um único copo de bourbon, contemplado por um único garçom.
Ao fundo, Tom Waits geme um único verso arranhado. Rouco, louco.
Meu coração é um sorvete colorido de todas as cores, é saboroso de todos os sabores. Quem dele provar, será feliz para sempre.
Meu coração é uma sala inglesa com paredes cobertas por papel de florzinhas miúdas. Lareira acesa, poltronas fundas, macias, quadros com gramados verdes e casas pacíficas cobertas de hera. Sobre a renda branca da toalha de mesa, o chá repousa em porcelana da China. No livro aberto ao lado, alguém sublinhou um verso de Sylvia Plath: "Im too pure for you or anyone". Não há ninguém nessa sala de janelas fechadas.
Meu
coração é um filme noir projetado num cinema de quinta categoria. A
platéia joga pipoca na tela e vaia a história cheia de clichês.
Meu coração é um deserto nuclear varrido por ventos radiativos.
Meu
coração é um cálice de cristal puríssimo transbordante de licor de
strega. Flambado, dourado. Pode-se ter visões, anunciações,
pressentimentos, ver rostos e paisagens dançando nessa chama azul de
ouro.
Meu coração é o laboratório de um
cientista louco varrido, criando sem parar Frankensteins monstruosos que
sempre acabam destruindo tudo.
Meu coração é uma planta carnívora morta de fome.
Meu
coração é uma velha carpideira portuguesa, coberta de preto, cantando
um fado lento e cheia de gemidos - ai de mim! ai, ai de mim!
Meu
coração é um poço de mel, no centro de um jardim encantado, alimentando
beija-flores que, depois de prová-lo, transformam-se magicamente em
cavalos brancos alados que voam para longe, em direção à estrela Veja.
Levam junto quem me ama, me levam junto também.
Faquir involuntário, cascata de champanha, púrpura rosa do Cairo, sapato de sola furada, verso de Mário Quintana, vitrina vazia, navalha afiada, figo maduro, papel crepom, cão uivando pra lua, ruína, simulacro, varinha de incenso. Acesa, aceso - vasto, vivo: meu coração teu.
domingo, 30 de novembro de 2014
A arte dos encontros...
É tão difícil falar, é tão difícil
dizer coisas que não podem ser ditas, é tão silencioso. Como traduzir o
profundo silêncio do encontro entre duas almas? É dificílimo contar: nós
estávamos nos olhando fixamente, e assim ficamos por uns instantes.
Éramos um só ser. Esses momentos são o meu segredo. Houve o que se chama
de comunhão perfeita. Eu chamo isso de: estado agudo de felicidade.
(Clarice Lispector)
Ao longo dessa vida, nos vemos sempre sentados a beira do cais, um porto seguro, como se esperássemos a chegada de alguém. Alguém que nos tire da margem de nós mesmos e que nos faça partir em busca dos nossos sonhos que existem dentro de nós mas, que por não acreditar ou até por receio de enfrentar os caminhos dessa jornada preferimos o estado confortável de estar sentado olhando os barcos atracarem e irem embora.
Vinícius de Morais já dizia que "A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida." e é assim que é a nossa vida: encontros e desencontros, achados e perdidos, olhares que se cruzam, olhares perdidos no horizonte, despedidas, um abraço apertado da chegada, vontades reprimidas de falar o que se sente e o silêncio que tudo se traduz. Não há o que ser diferente, porém o que realmente importa são os momentos únicos e todas as primeiras vezes que você se lança em busca da vida e para que tudo isso aconteça uma dose de sinceridade, uma parte de se deixar cativar, e deixar nas pessoas o desejo de estar ao nosso lado e aproveitar todo e qualquer instante ao lado delas.
Vinícius de Morais já dizia que "A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida." e é assim que é a nossa vida: encontros e desencontros, achados e perdidos, olhares que se cruzam, olhares perdidos no horizonte, despedidas, um abraço apertado da chegada, vontades reprimidas de falar o que se sente e o silêncio que tudo se traduz. Não há o que ser diferente, porém o que realmente importa são os momentos únicos e todas as primeiras vezes que você se lança em busca da vida e para que tudo isso aconteça uma dose de sinceridade, uma parte de se deixar cativar, e deixar nas pessoas o desejo de estar ao nosso lado e aproveitar todo e qualquer instante ao lado delas.
É preciso encontrar as coisas certas da vida, para que ela tenha o
sentido que se deseja. Assim, a escolha de uma profissão também é a arte
do encontro, a mulher ou o homem por quem se encanta é a arte do encontro, porque a vida só adquire vida, quando a gente empresta a
nossa vida, para o resto da vida.
Almas Gêmeas - Segredos de um Encontro
Acesse o conteúdo completo em: http://www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=04778
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Almas Gêmeas - Segredos de um Encontro
Acesse o conteúdo completo em: http://www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=04778
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Todos os encontros nos tocam.
É a mais alta prova de que a vida vale a pena e que nada é em vão é a sensação de estar num ponto em que a sua busca completa a minha espera e tudo se encaixa. Acredite, o primeiro encontro é com nós mesmos e partir dele nos encontramos com o mundo. Em cada mudança de emprego, em cada separação, em cada fim de etapa, nos sentimos como o retorno ao porto deixando pra trás pedaços de nós mesmos e trazendo outros tantos, provas boas de que a vida nos deu boas experiências, amigos fieis, amados que nos reerguem e mesmo no trajeto quando esse naufrágio for iminente que possamos recorrer às pessoas que fazem parte dessa jornada com a doce certeza de que seremos consolados e fortalecidos.
"Depois de tantas buscas, encontros,
desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir
confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me
sentir confortável o suficiente para cada vez mais encarar os
desconfortos todos fugindo cada vez menos, sabendo que algumas coisas
simplesmente são como são, e que eu não tenho nenhuma espécie de
controle com relação ao que acontecerá comigo no tempo do parágrafo
seguinte, da frase seguinte, da palavra seguinte. É me sentir
confortável o suficiente para caminhar pela vida com um olhar que não
envelhece, por mais que eu envelheça, e um coração corajoso, carregado
de brotos de amor." (Ana Jácomo)
Nossa vida é toda marcada pelos encontros, e como é bom encontrar alguém que chega e mexe com as nossas estruturas, assim do nada, alias, é
assim do nada que conheci as melhores pessoas da minha vida, e que
assim seja com você.
Até o próximo Texto
Au Revoir
Almas Gêmeas - Segredos de um Encontro
Acesse o conteúdo completo em: http://www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=0477
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sábado, 29 de novembro de 2014
Mamma Mia, Abba!
"'Cause everyone listens when I start to sing
I'm so grateful and proud
All I want is to sing it out loud"
I'm so grateful and proud
All I want is to sing it out loud"
(Composição:
Benny Andersson / Björn Ulvaeus; Interprete: Abba)
Um cenário perfeito e um time de atores que supera qualquer comentário, esse musical supera as expectativas dos fãs do maior quarteto do Século XX (ABBA).
Na bela ilha grega de Kalokairi, a menina Sophie (Amanda Seyfried, Querido John) está prestes a se casar e descobre entre as coisas da mãe, Donna (Meryl Streep, O diabo veste Prada), um diário que revelaria o possível paradeiro do seu pai biológico, o que ela não contava é que estaria entre três homens é quando resolve enviar três convites da cerimônia – Sam Carmichael (Pierce Brosnan, o eterno 007), Bill Anderson (Stellan Skarsgård, Anjos e Demônios) e Harry Bright (Colin Firth, O discurso do Rei) –, acreditando que um deles é seu pai. De diferentes partes do mundo, os três resolvem voltar à ilha e encontrar à mulher por quem se apaixonaram vinte anos atrás. E mesmo ela não sabendo qual deles é, quer que eles presenciem esse momento de felicidade na sua vida ao seu lado, só que a reação da mãe, a destemida Donna quanto a isso, não é das melhores.
Antes do filme:
A história do espetáculo 'Mamma Mia!' teve início nos anos 80, quando a produtora Judy Craymer trabalhava com Benny Andersson e Björn Ulvaeus como produtora executiva do primeiro projeto deles pós-ABBA, o musical Chess. Inspirada no aspecto teatral do trabalho dos compositores, Judy teve a idéia de criar um musical com canções já existentes do grupo, em um original e empolgante formato. Andersson e Ulvaeus ficaram, inicialmente, relutantes, mas em 1995 eles concordaram com o projeto e, dois anos depois, Craymer convidava a teatróloga Catherine Johnson para escrever o espetáculo. Mais tarde, com uma afetuosa e empolgante história em mãos, a produtora iniciaria as buscas por um diretor, trazendo para o projeto a respeitada diretora de teatro e ópera Phyllida Lloyd.O primeiro espetáculo estrearia em 6 de abril de 1999, no Prince Edward Theatre, em Londres, se tornando um fenômeno global de entretenimento e atraindo um público de mais de 30 milhões de pessoas.
Opinião:
Quem não se identifica com pelo menos uma canção do Abba (eu pelo menos me vejo no álbum Gold todinho)? E musicais são fantásticos para contar pequenas histórias transformar os contos de fadas em algo mais contemporâneo sem perder a essência.
Meryl Streep conseguiu superar a sua competência e carisma em mais uma atuação, aliás, não só ela como todo o elenco!
Vale a pena assistir.
Aqui vai o trailer:
Aproveite a pipoca e o guaraná e bom filme!
Au Revoir
Até o próximo texto!!!
Na bela ilha grega de Kalokairi, a menina Sophie (Amanda Seyfried, Querido John) está prestes a se casar e descobre entre as coisas da mãe, Donna (Meryl Streep, O diabo veste Prada), um diário que revelaria o possível paradeiro do seu pai biológico, o que ela não contava é que estaria entre três homens é quando resolve enviar três convites da cerimônia – Sam Carmichael (Pierce Brosnan, o eterno 007), Bill Anderson (Stellan Skarsgård, Anjos e Demônios) e Harry Bright (Colin Firth, O discurso do Rei) –, acreditando que um deles é seu pai. De diferentes partes do mundo, os três resolvem voltar à ilha e encontrar à mulher por quem se apaixonaram vinte anos atrás. E mesmo ela não sabendo qual deles é, quer que eles presenciem esse momento de felicidade na sua vida ao seu lado, só que a reação da mãe, a destemida Donna quanto a isso, não é das melhores.
Antes do filme:
A história do espetáculo 'Mamma Mia!' teve início nos anos 80, quando a produtora Judy Craymer trabalhava com Benny Andersson e Björn Ulvaeus como produtora executiva do primeiro projeto deles pós-ABBA, o musical Chess. Inspirada no aspecto teatral do trabalho dos compositores, Judy teve a idéia de criar um musical com canções já existentes do grupo, em um original e empolgante formato. Andersson e Ulvaeus ficaram, inicialmente, relutantes, mas em 1995 eles concordaram com o projeto e, dois anos depois, Craymer convidava a teatróloga Catherine Johnson para escrever o espetáculo. Mais tarde, com uma afetuosa e empolgante história em mãos, a produtora iniciaria as buscas por um diretor, trazendo para o projeto a respeitada diretora de teatro e ópera Phyllida Lloyd.O primeiro espetáculo estrearia em 6 de abril de 1999, no Prince Edward Theatre, em Londres, se tornando um fenômeno global de entretenimento e atraindo um público de mais de 30 milhões de pessoas.
Opinião:
Quem não se identifica com pelo menos uma canção do Abba (eu pelo menos me vejo no álbum Gold todinho)? E musicais são fantásticos para contar pequenas histórias transformar os contos de fadas em algo mais contemporâneo sem perder a essência.
Meryl Streep conseguiu superar a sua competência e carisma em mais uma atuação, aliás, não só ela como todo o elenco!
Vale a pena assistir.
Aqui vai o trailer:
Aproveite a pipoca e o guaraná e bom filme!
Au Revoir
Até o próximo texto!!!
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Eu e o Mundo Inteiro
Queria entender o mundo e achar um meio de transformar as coisas ruins. Não aceito a tristeza, a dor, a indiferença... Não aceito essas coisas que nos são dadas como comuns hoje em dia. Queria a coragem do Cristo e morrer de maneira que o mundo entendesse que alguém é triste por ele. Tão triste a ponto de ir além de sua dor própria para fazê-lo melhor. Mas sou covarde demais. E sinceramente não acho que isso mudaria muita coisa.
Quero entender o mundo e me dou conta de que nem entendo a
mim como haveria de entender o mundo. Minha alma é tão doente e pequena. Tão
mutilada e vazia. Não! Eu não quero piedade. Nenhum tipo de compadecimento pelo
meu flagelo. Sou culpada por cada uma das minhas cicatrizes e ferida reabertas.
Sou esse tipo errado de pessoa que está indo sempre aos extremos de si para
tentar achar um porque, provar-se ou experimentar-se.
Ontem me peguei chorando enquanto ouvi uma música antiga. E
dezenas de rostos e vozes passaram por mim. E chorei por cada um deles como se
velasse mortos depois de uma enorme batalha. Contudo, meu choro era consciente
de que na batalha, só eu morri. Morri como sempre nas histórias desses rostos
que ainda vivem em mim. Meus fantasmas vivos me assombrando de saudade, de
mágoa, de paixão. E quem é capaz de entender esses sentimentos tão intensos
assim? Há no mundo alguém capaz de entender porque algumas pessoas passam pela
nossa vida só para existir eternamente em nossos pensamentos?
Tudo que eu queria era virar vento, pó, gota de chuva ou borboleta. Para sair por aí
pelo mundo e tocar mais uma vez aqueles rostos ainda que eles não soubessem que
era eu. Ainda que eles não lembrem mais de mim. Ainda que eu não exista mais em
nenhum de seus recantos. Queria olhá-los mais uma vez e entender porque para
mim é mais difícil deixá-los para trás. Meus grilhões do passado...
Eu queria entender o mundo; o meu lugar nele e o lugar dele
em mim. Queria entender a missão da qual já me falaram que cada um de nós tem
aqui. Queria entender o porquê que sonhos nascem e se frustram, porque o beijo
não dado é sempre o mais relembrado, porque o amor vira ódio, o para sempre um
dia vira nunca... Queria entender essas coisas que fazem parte do viver para
ensinar para meus filhos. Para que eles não chorem e sofram como eu.
Mas ainda não aprendi nada sobre viver. E me pego chorando
por quem já me esqueceu. E me pego esperando por quem não vai voltar. E me pego
sonhando com o que não se realizará. Talvez a minha missão seja essa de sentir.
E sentir tão profundamente que torne minha a dor de toda gente.
(Waleska Zibetti)
domingo, 23 de novembro de 2014
O DIÁRIO IDIOTA DE RAFAELA
Oi pessoal! Gostaria de falar um pouco sobre o meu debut book "O diário idiota de Rafaela". Publiquei ele em 2011, e logo neste mesmo ano, a Academia Valadarense de Letras abriu um edital no qual o autor local ganharia uma cadeira. Infelizmente não foi daquela vez, mas recebi um grande presente que foi uma Análise literária do meu livro pela saudosa Niza Diniz.
Governador Valadares - Setembro de 2011
ACADEMIA VALADARENSE DE LETRAS - AVL
Análise Literária
O diário Idiota de Rafaela
Autora: Gabriella Corrêa Lima
Por: Niza Diniz Pereira (In memoriam)
Patrono: Aluisio de Azevedo
Trata-se de um livro em que a autora enfoca dois temas: o primeiro é a crescente adesão dos adolescentes aos relacionamentos amorosos virtuais e o outro, a abordagem detalhada dos sintomas e sofrimentos causados pela doença mental, o transtorno bipolar. A protagonista tem um namorado real, mas embarca numa fantasia, tendo outro via Internet, pelo qual se apaixona perdidamente. Abandonada pelo amor virtual chega ás raias da loucura, busca respostas para suas ansiedades; finalmente, adoece recebendo o diagnóstico: transtorno bipolar, uma doença mental caracterizada por uma constante alteração de humor. Em seu Diário, a autora faz verdadeira catarse, onde descreve com riqueza de detalhes as experiências advindas do transtorno: quando se encontra na fase maníaca, tem o sentimento de poder, de euforia, tem vários namorados, sendo que as idéias fluem rapidamente (sem nunca concretizá-las). Nesta fase, vive fantasias, como a protagonista Rafaela, que em delírio, registra em seu diário a existência de uma filha de 3 anos, chamada Clara, fruto do relacionamento com seu namorado. Tal criança, nunca existiu a não ser na sua mente doentia. Identificando esta fase no livro: "Às vezes acho que sou demais, não consigo ser menos, ser pouco me desgasta".
Por outro lado, registra em seu Diário, as fases depressivas, quando seu mundo cai, acompanhando de insônias, pessimismos, tristeza, irritabilidade, inércia, idéias de suicídio. Este é um estágio difícil, quando afunda em bebidas alcoólicas e nas drogas.
Identificando esta fase no livro: "hoje habito em um buraco negro dentro de mim, às vezes tem nome, embora só às vezes".
Para sintetizar a avaliação que faz de si mesma:
"Eu sou para mim meu próprio tormento".
A partir do momento que se conscientiza da sua doença e resolve encará-la, começa a trabalhar em seu próprio favor, casando-se com seu primeiro namorado. A protagonista em certo trecho deixa entender que o objetivo desta obra é ajudar as pessoas que sofrem de transtorno bipolar e aceitarem que podem ter uma vida normal, desde que se cuidem, pois a doença não tem cura. Demonstra que existem pessoas com sofrimentos maiores que superam. Final do livro instigante: será que Rafaela era mesmo bipolar, ou tudo não passou de uma fantasia de adolescente?
A leitura oferece ao leitor a oportunidade de rever seus relacionamentos virtuais com mais critério, ao mesmo tempo em que alerta para a aceitação de transtornos que acaso surjam em sua vida.
Adquira seu exemplar aqui .
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Devaneios
Quantas vezes navegastes nos meus sonhos. E agora chegais ao meu despertar, que é meu sonho mais profundo. Disposto me encontrais a partir, e minha impaciência, de velas desfraldadas, está à espera do vento. Tomarei apenas mais um hausto de ar neste ambiente sereno, volverei para trás somente mais um olhar afetuoso. E, logo após, juntar-me-ei a vós, marujo entre marujos. E tu, vasto mar, mãe sempre acordada... (Gibran)
Sentiu vontade de ceder à sua dúvida. Sentia uma incomensurável ânsia de retroceder e regressar, fosse para onde fosse que ele provinha, sentiu aquela dúvida que acomete a alma que deixa de encontrar razões para prosseguir na sua demanda. Interrogou-se porque é que tinha de fazer aquilo, interrogou-se acerca do seu objetivo e do seu derradeiro fim. Chegou mesmo a ter a manifesta imprevidência de se interrogar sobre o que procurava, mas, que estava bem diante da sua vida a espera de um sim ou um não.
Às vezes o caminhar é lento, mas o importante é não parar e mesmo um pequeno progresso é um avanço na direção certa. E qualquer um é capaz de fazer um pequeno progresso.
Se você não pode conquistar algo importante hoje, conquiste algo menor. "Pequenos riachos se transformam em rios poderosos."
Se você não pode conquistar algo importante hoje, conquiste algo menor. "Pequenos riachos se transformam em rios poderosos."
Continue em frente.
O que de manhã parecia fora do alcance, pode ficar mais próximo à tarde se você continuar em frente.
Tudo isto lhe fazia sentido. Toda aquela transparência envolto no silencio da fala. Deixa que os olhos falem tudo o que o corpo por inteiro sente e tem vontade! Ele via-se contra a luz do sol brilhante, ela era um vulto que contrastava com os tons laranja das reflexões citadinas, com a imobilidade da beleza dos bairros antigos que atravessava. No topo de uma colina onde se encontrava, só se via como vulto disforme, rasgado, um pedaço de escuridão andante, perdido, perdido…
Não desista.
Pouca gente espera pela chuva como quem espera por um grande amor. Quase ninguém celebra um pôr do sol (eu pelo menos adoro!), quase ninguém sabe esperar. A difícil arte da espera...
Brigar com o relógio...
Brigar com o relógio...
Quanto tempo ainda? Não muito...
Porque depois do inverno sempre vem a primavera...
porque nada é pra sempre, nem mesmo a espera.
Até o Próximo texto
Au Revoir
Porque depois do inverno sempre vem a primavera...
porque nada é pra sempre, nem mesmo a espera.
Até o Próximo texto
Au Revoir
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